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CARACTERÍSTICAS DA MAÇONARIA OPERATIVA NA IDADE MÉDIA

  • há 2 dias
  • 11 min de leitura

Por Luiz V. Cichoski


CARACTERÍSTICAS DA MAÇONARIA OPERATIVA NA IDADE MÉDIA


CARACTERÍSTICAS DA MAÇONARIA OPERATIVA NA IDADE MÉDIA
Imagem ilustrativa gerada por IA

I. INTRODUÇÃO

O reconhecimento de uma Maçonaria Operativa encontra guarida na pesquisa e estudo da História Geral[1],[2],[3], da História da Arquitetura[4],[5], da História do Trabalho[6],[7] e da História da Maçonaria[8],[9],[10],[11],[12],[13], priorizando focar os eventos descritos na História da Idade Média.

 

A Idade Média se estende de 476 — queda do Império Romano do Ocidente/Roma —, até 1453 — queda do Império Romano do Oriente/Constantinopla —; isto é, 977 anos; aproximadamente, um milênio, que foi subdividido em Alta Idade Média (séculos V a X); Idade Média Central (séculos XI a XIII) e Baixa Idade Média (séculos XIV e XV).

 

A História da Arquitetura descreve o início e desenvolvimento do estilo Gótico[14] no século XII, mais especificamente, em 1137, exemplificado no aparecimento da Igreja de Saint-Denis, em Paris, obra ligada ao ABADE Suger (1080/1151).  

 

Sua formação e aprendizado é um exemplo clássico do modus operandi na qualificação profissional da Idade Média, no caso, da Idade Média Central; com a idade de 10 anos, Bento, foi deixado na abadia[15] beneditina[16] de Saint-Denis onde recebeu uma formação monástica-religiosa e intelectual, abrangendo os campos teológico, filosófico, administrativo, político e, obviamente, arquitetônico; portanto,  foi um formando de Saint-Denis que transformou Saint-Denis em uma fértil semente do Gótico a partir das obras realizadas entre 1137 e 1144; projetou e construiu uma fachada frontal com três portas (até então o mais comum era uma única porta central para o ingresso nas igrejas); ergueu duas torres com alturas diferentes (habitualmente as igrejas tinham apenas uma torre); ampliou e elevou o coro e os corredores laterais.

 

Observar que o abade Suger viveu no período das Cruzadas, ocorridas, aproximadamente, entre 1095 e 1290; manteve contato próximo com os reis franceses Luís VI (1081/1137) e Luís VII (1120/1180), este último ligado à Segunda Cruzada (1147/1149), Suger também desenvolveu atividades de Conselheiro destes reis[17],[18].

           

II. MAÇONARIA OPERATIVA E SEU AMBIENTE HISTÓRICO

O operativismo maçônico nasceu e desenvolveu-se, inicialmente, na França/1137, de onde irradiou-se para a Europa, incluído o arquipélago britânico. Como exemplos desta irradiação podemos citar[19]:

a) Inglaterra, Catedral de Canterbury, iniciada em 1175;

b) Espanha, Catedral de Burgos, iniciada em 1221;

c) Alemanha, Catedral de Colônia, iniciada em 1248;

d) Itália, chegada tardia do Gótico na Basílica de Sant’Anastasia/Verona, iniciada em 1280; contudo, o representante maior do Gótico italiano é a Catedral de Milão, iniciada em 1386;

e) Áustria, a catedral de Santo Estevão, iniciada em 1137 no estilo românico, transformou-se ao longo dos trabalhos em igreja gótica.

 

O estilo Gótico é continental e suas obras demoradas, muitas delas centenárias — Catedral de Colônia, 632 anos; Duomo de Milão, ao redor de 600 anos; Notre-Dame de Paris, primeira versão, 182 anos — exigindo mão de obra especializada e realizada segundo as normas de trabalho do Hemisfério Norte, isto é, maior parte das atividades no verão e restrição no período de inverno.

 

As características populacionais da Europa durante o Gótico merecem observações. Os dados referentes à população e à alfabetização descritas são[20],[21],[22],[23]:

População:

Ano 1000 população 22,1 milhões de hab. com 1 a 2% (331 mil[24]) alfabetizados

Ano 1100 população 25,85 milhões de hab. com 2 a 3% (452mil) alfabetizados

Ano 1200 população 34,65 milhões de hab. com 3 a 5% (1,4 milhões) alfabetizados

Ano 1300 população 75,35 milhões de hab.  com 5 a 10% (5,5 milhões) alfabetizados

Peste negra dizimou 25 a 50% da população (1347/1351)

Ano 1400 população 60,00 milhões de hab. com 8 a 12% (6 milhões) alfabetizados

 

Transição Idade Média para Idade Moderna - 1453

                            

 Final do Gótico — Alemanha/1468 — Catedral de Munique

                              Espanha/1525 — Catedral de Segóvia

 

Ano 1500 população 80,00 milhões de hab. com 10 a 15% (10 milhões) alfabetizados

Ano 1600 população 78,00 milhões de hab. com 20 a 30% (19,5 milhões) alfabetizados

Ano 1700 população 125milhões de hab.  com 25 a 30% (34,4 milhões) alfabetizados

 

Transição da Idade Moderna para Idade Contemporânea - 1789

Ano 1800 população 200 milhões de hab. com 40 a 50% (90 milhões) alfabetizados

Ano 1900 população 400 milhões de hab. com 70 a 80% (300 milhões) alfabetizados

Ano 2000 população 728 milhões de hab.  com 97 a 98% (709 milhões) alfabetizados. 


População e Alfabetização na Europa Idade Média, Moderna e Contemporânea
Gráfico 1 – População e Alfabetização na Europa Idade Média, Moderna e Contemporânea

Os dados componentes do gráfico[25] acima nos permitem perceber que os profissionais do período Gótico eram, em sua quase totalidade, analfabetos; por outro lado, comprovam que a história do Abade Suger exemplifica a maneira mais comum de conseguir alfabetização/latim e conhecimento: tornar-se religioso.

 

O processo de formação dos pedreiros[26] pode ser sobreposto ao religioso, isto é, um interessado na profissão era deixado aos cuidados do chefe (Mestre) da obra e ao longo de um período de 6 a 7 anos recebia o treinamento profissional; após demonstração de conhecimento — chef d’oeuvre[27] — era aceito na confraria dos profissionais e reconhecido como um Companheiro. Para tanto passava por um juramento que era realizado no altar da Igreja e sobre uma relíquia[28] ou um manuscrito.

 

A Maçonaria Operativa encontrou nas encomendas da Igreja um estímulo fundamental no período compreendido entre o final da Idade Média (principalmente no período Central/1000 a 1299, diminuindo no Alto/1300 a 1453) e uma redução marcante ao longo da Idade Moderna (1453/1789).

 

Digno de nota é que o desenvolvimento da Maçonaria Operativa Gótica ocorre em concomitância histórica com a realização das Cruzadas! A Primeira Cruzada ocorreu entre 1096 e 1099[29]; enquanto o início das obras da Igreja de Saint-Denis/Suger é de 1137, isto é, ao redor de 40 anos após! Ou seja, as Cruzadas vieram antes do Gótico; não podendo haver qualquer soldado conhecedor desta forma arquitetônica. As demais Cruzadas aconteceram em:

Segunda Cruzada, 1147/1149, continuavam as obras em Saint-Denis;

Terceira Cruzada, 1189/1192, estavam em construção as Catedrais de Sens e Paris;

Quarta Cruzada, 1202/1204, igrejas paroquias e abadias em Ile-de-France; Chartres

Quinta Cruzada, 1217/1221, Burgos; e momento do desenvolvimento dos vitrais;

Sexta Cruzada, 1228/1229, igreja de S. Francisco de Assis e dos Jacobinos Toulouse;

Sétima Cruzada, 1248/1254, Catedral de Estrasburgo, Siena, Colônia e Upsala;

Oitava Cruzada, 1270, planejamento da Notre-Dame de Limoges;

Nona Cruzada, 1271/1272, muitas obras em atividade concomitantemente.

 

Considerar que as construções exigiam o maior número de operários aptos possíveis; muitos dos pedreiros das fundações não veriam os vitrais, abóbadas e arcobotantes concluídos.

 

Ainda citar que os pedreiros/maçons eram operários braçais e conhecedores de pedras, seu preparo e usos; já os soldados eram homens treinados para a lida com armamento, animais e inimigos; ainda, os cruzados se deslocavam de suas casas para o Oriente Médio, em viagens que variavam:

a) via terrestre (França e Alemanha) de 3 a 6 meses;

b) via marítima (França, Itália, Inglaterra) de 1 a 3 meses; e

c) trechos mistos (terrestres e marítimos) 2 a 4 meses.

 

Em síntese:

a) Cruzados[30],[31],[32] — soldados itinerantes e ocasionais (ida e volta), conquistar a Terra Santa.

b) Templários[33],[34] — religiosos-soldados protetores dos peregrinos (e seus bens) na Terra Santa.

c) Maçons — construtores das Notre Dames na Europa.

 

Diferentes autores[35],[36],[37] revelam que os primeiros ‘arquitetos’ ou projetistas das igrejas góticas foram os religiosos, alfabetizados nas abadias, que conheciam a teoria/doutrina e o dever e o apresentavam em desenhos ou plantas.

 

Os dados acima elencados revelam a difícil ocorrência de maçons/pedreiros alfabetizados (ver gráfico 1, dados de 1100 a 1400); seu aprendizado era na prática diária e não em livros, pois nenhum deles sabia ler. O primeiro documento reconhecido como de matriz operativa foi o poema Régio/1390, momento em que a curva das construções góticas havia ultrapassado o ápice, ou, 253 anos após as obras de Saint-Denis/Suger.

 

Podemos dizer que a Maçonaria Operativa guarda, de sua proximidade com a Igreja Católica, uma marca inicial ainda hoje visível — a Igreja de Saint-Denis/Suger/1137, Paris —, contudo tem seu final gradual entre 1468 (Catedral de Munique) e 1525(Catedral de Segóvia), resultado de inúmeros fatores:

a) Alto custo das obras;

b) Prolongado tempo de construção;

c) Divisão da Igreja/1517 (protestantismo) e 1534 (anglicanismo);

d) A Contrarreforma/1545;

e) Desenvolvimento do Renascimento (estilos Neoclássico, Barroco e Rococó);

f) Aparecimento das Old Charges/Antigos Deveres a partir de 1390 (Poema Régio) e 1410 (Manuscrito de Cooke); documentos que tiveram explosivo desenvolvimento nas ilhas inglesas (Escócia, Inglaterra, Irlanda).

 

Até o final do século XVII foram produzidas um pequeno número de Old Charges/Antigos Deveres — reconhecidas e registradas hoje são sete:

a) Século XIV — Poema Régio (Manuscrito de Helliwel[38])/1390;

b) Século XV — 3 documentos, entre os quais o Manuscrito Cooke[39]/1410;

c) Século XVI — 3 Manuscritos: Dowland, Landsdowne e o referencial Estatuto de Swan/1598 e 1599. 


Produção das Old Charges/Antigos Deveres e Esposituras da Maçonaria entre os séculos XIV e XVIII e os Graus Maçônicos séculos XVIII
Gráfico 2 – Produção das Old Charges/Antigos Deveres e Esposituras da Maçonaria entre os séculos XIV e XVIII e os Graus Maçônicos séculos XVIII

Visível é a explosão produtiva dos documentos maçônicos a partir de 1600, com uma produção de Old Charges, principalmente escoceses e ingleses — documentos com uma oração inicial, uma lenda evidenciando o trabalho do pedreiro e as regras a serem observadas. A partir de 1730, Samuel Prichard, inicia a arte da divulgação com a exposure — Maçonaria Dissecada[40] — um primeiro documento com os três graus simbólicos revelados. Na sequência vamos assistir uma intensa produção francesa no período 1740/1780 e a partir de 1760(Três Distintos Toques) e 1762(J&B) revertendo na organização de diferentes elementos(graus) em composições maiores (Ritos), exemplificado no Rito de Perfeição[41].

 

III. CONSIDERAÇÕES FINAIS

São muitos os questionamentos a respeito do operativismo maçônico e sua continuidade com a Maçonaria de hoje; existindo adeptos e resistentes a tal relação de evolução histórica.

 

Os dados apresentados procuraram sedimentar, resumidamente, o histórico da realização arquitetônica alcançada por pedreiros/maçons que dedicaram, literalmente, a própria vida para com seu trabalho e suas obras, mesmo sem contemplá-las concluídas.

 

Assim como a Igreja necessitou de códigos ou Regras para estabelecer o seu “como fazer certo” — São Pacômio (320), São Basílio (428), São Bento Núrsia (500), São Bernardo Claraval (1070) —, a Maçonaria também necessitou de um regramento que foi moldado no período operativo para o trabalho dos alvanéis e acabou sendo adaptado pelas Old Charges[42] nas Constituições[43] hoje existentes e seguidas.

 

A relação entre os atores operativos e outros eventos da Baixa Idade Média — Cruzadas e Templários[44] — foram mencionados com objetivo de caracterizar cada uma destas classes. Qual a relação de intercontinuidade destes diferentes componentes da sociedade mediana? É possível encontrar sugestão dados via analogia[45] e dedução. Certamente, para respostas definitivas serão necessários mais estudos e até novas descobertas.

 

A dedicação e empenho para com a regulamentação do trabalho fez-se presente neste período difícil e exigente; as regras que observamos hoje — na Igreja[46] e no trabalho — foram rascunhadas neste período; as da Igreja ainda em vigor (Regra de São Bento), as do trabalho em constante evolução a partir do exposto por E. Boileau[47]. As regras ou Constituições Maçônicas também experimentaram adequação aos diferentes objetos de seus estudos e desenvoltura em seus ambientes — pedreiros ou pensadores; afinal Maçonaria continua sendo assunto sério.

 

 

Luiz V. Cichoski M∴M∴

ARBLS Templários da Liberdade, 69

Pinhalzinho/SC

GOSC/COMAB


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Notas de Rodapé

[1] É. Perroy, A Idade Média, vols. I, II, III, Difusão Europeia do Livro, 1965.

[2] E. M. Burns, História da Civilização Ocidental, vol 1 e 2, Editora Globo, 3ª. edição, 1974.

[3] M. Abramson & all. História da Idade Média, vol. 1,2, 3, Editorial Estampa, 1976.

[4] E. M. Saint-Leon, Histoire de las Corporations des Métiers, 3ª. Éd., Libr. Félix Alcan, Paris, 1922.

[5] C. Schmidlin & C. E. Gerner, O Gótico, H. F. Ullman, 2009.

[6] G. B. Depping Reglements sur les Arts e Métiers de Paris, rédigés au sec. XIII, et connus sur le nom du Livre des Métiers de Etienne Boileau.L’Imprièrie de Crapelet, Paris, 1837.

[7] R. Lespinasse, Histoire Générale de Paris, Les Métiers et Corporations de la Ville de Paris, XIIIe Siècle, Le Livre dês Métiers, D’Etienne Boilau,1879.

[8] A. Mellor, La Vie Quotidienne de la Franc-Maçonnerie Française, Hachette Litterature, 1973.

[9] P. Naudon, Histoire, Rituels et Tuileur dês Hauts Grades Maçonniques, 3ª. Edição, Dervy-Livres,1984.

[10] N. Aslan, Maçonaria Operativa, Ed. Aurora, 1975.

[11] T. Varoli Filho, Curso de Maçonaria Simbólica, vol. 1, A Gazeta Maçônica, s/d

[12] J. Gimpel, Les Bâtisseurs de Cathédrales, Ed. Seuil, 1980.

[13] L. V. Cichoski, Fundamentos Operativos nos Graus Básicos, A Trolha, 2012.

[14] Giorgio Vasaria (1511/1574), em sua obra “Vidas de Artistas”, criou a denominação “Gótico” para a arquitetura da Idade Média Central com a intenção pejorativa, isto é, as construções anteriores ao Renascimentos eram ‘barbaras’, ‘selvagens’ ou ‘góticas’; principalmente a verticalização característica destas obras.

[15] Abadias eram complexos religiosos compostos por uma igreja, por seminários que abrigavam monges, outros para peregrinos que vindos de longe se abrigavam junto da igreja e, no caso de Saint-Denis, também albergavam os túmulos reais.

[16] Abadia BENEDITINA, indica que a formação fornecida era marcada pela REGRA de São Bento(480/547); ao longo de uma vida atribulada São Bento(de Núrsia) desenvolveu um conjunto de 73 diferentes tópicos que descreviam as atividades diárias de um religioso do século VI(hora do despertar, das orações, das refeições, dos trabalhos externos e internos à igreja; os pontos centrais ainda são: obediência, silêncio, humildade e estabilidade); esta obra constituiu-se na base de todas as escolas formadoras de religiosos, como as dos beneditinos, resultado do trabalho de São Bento.

[17] E. Panofsky, Abbot Suger on the Abbey Church of St. Denis and Its Art Treasures, 1946.

[18] E. Panofsky, Postlogium Sugerianum, in Art Bulletin, XXIX, de 1947.

[19] Obras góticas chegaram nas Américas no final do século XVIII e XIX(USA); no Brasil como exemplo a catedral da Sé/São Paulo, construída entre 1913 e 1954.

[20] H. Franco Jr. & R. O.Andrade Filho, Atlas de História Geral, Scipione, 1993.

[21] https://en.wikipedia.org › wiki › Medieval_demography

[24] Os números estatísticos de alfabetizados foram calculados a partir da média das porcentagens encontradas nas referências consultadas, inclusive IA.

[25] O gráfico mostra que o maior índice de alfabetização ocorre entre os Séculos XIX e XX.

[26] O termo francês “MAÇON” teria aparecido no final do século XII, criação de Alexander Neckan, que o utilizou em substituição aos termos latinos: latomus e cemetarius.

[27] Nome dado a tarefa dada ao candidato que, se realizada, demonstrava sua competência para a profissão de pedreiro/maçon.

[28] Na Idade Média havia o requisito da existência de uma relíquia — pedaço da cruz, osso de um santo — para consagração de uma nova Igreja; este item foi oficializado no Concílio de Cartago, em 401.

[29] Neste período Suger, que nasceu em 1080, já era noviço em Sanit-Denis com idade entre 16 e 19 anos.

[30] J. F Michaud, História das Cruzadas, Editora das Américas, 8 vols. 1956.

[31] S. Runciman, História das Cruzadas, Imago, 3 vols. 2003.

[32] Voltaire, História das Cruzadas, Madras, 2015.

[33] J. Charpentier, L’Ordre des Templiers, La Colombé, 1944.

[34] P. Barahona, Los Templarios, Uma Historia muy Presente, Libsa, 2005.

[35] J. Gimpel, Les Bâtisseurs de Cathédrales, Ed. Seuil, 1980.

[36] J. Heers, O Trabalho na Idade Média, Publicações Europa-América, 1965.

[37] J. Castellani, Manias e Crendices em Maçonaria, A Trolha, 2002.

[38] J. O. Halliwell, The Early History of Freemasonry in England, Thomas Rodd, London, 1840.

[39] M. Cooke, The History And Articles Of Masonry, Bros.R.Spencer, London, 1861.

[40] S. Prichard, A Maçonaria Dissecada, A Trolha, 2002.

[41] H. A. Francken, Manuscrito Francken (1783), tradução G.S-Casado, Masonica-es, 2018.

[42] L .V. Cichoski, Os Fundamentos Maçônicos – Old Charges, A Trolha, 2020.

[43] J. Anderson, As Constituições de Anderson, (traduzido V. S. von Tempski-Silka), Ed. Juruá, 2001.

[44] L. V. Cichoski, Os Fundamentos Maçônicos – Os Templários, A Trolha, 2022.

[45] L. Vibert, Freemasonry before the existence of Grand Lodges, Spencer&Co., London, s/d.

[46] L. V. Cichoski, Os Fundamentos Maçônicos – O Padroado, A Trolha, 2015.

[47] E. Boileau, Le Livre des Métiers, Paris, 1268.

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