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AS FASES DA MAÇONARIA: SUA FILOSOFIA E SEUS AUTORES

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Por Luiz V. Cichoski


 

AS FASES DA MAÇONARIA: SUA FILOSOFIA E SEUS AUTORES


AS FASES DA MAÇONARIA: SUA FILOSOFIA E SEUS AUTORES
Imagem ilustrativa gerada por IA

I. INTRODUÇÃO

Mesmo que alguma mitologia exista na descrição do nascedouro da Maçonaria, necessário alicerçarmo-nos em referências contundentes e inquestionáveis, pois a verdade não é mais privilégio de alguns, mas do acesso de todo e qualquer internauta.

 

Podemos reconhecer que em algum momento do passado não importava a concepção da sociedade referente à Maçonaria, a mitologia ou o folclore desenvolvido pelos não iniciados em nada abalava o desenvolvimento dos objetivos da Instituição fossem os filantrópicos europeus e americanos ou os revolucionários sul-americanos. Aliás, muito da não-maçonaria — esoterismo, misticismo, feitiçaria e outros quejandos — auxiliava, pelo despistamento e ocultação, na concretização dos objetivos matriciais e verdadeiros sonhados e buscados pela Irmandade.

 

Contudo, em pleno século XXI, os pilares maçônicos — iniciático, filosófico, filantrópico, progressista, entre outros — devem e precisam ser os valores referenciais concretos e reais entre os irmãos e a sociedade na qual a Instituição estiver inserida. Mais realismo e menos mitologia, mais aqui e agora, menos lá e então.

 

II. CONSIDERANDOS HISTÓRICOS[1],[2],[3],[4],[5],[6]

O estudo histórico da Maçonaria nos leva a reconhecer diferentes momentos e objetivos de uma instituição que iniciou com alguma timidez na busca e conquista de espaço de trabalho — a Maçonaria Operativa — necessitando, pelas circunstâncias evolutivas da sociedade, adaptar-se às novas circunstâncias e rumos científico-sociais — a Maçonaria de Transição (não reconhecida por todos). Reconhecido e aceito que a Idade Moderna (1453/1789) gerou, incubou e deu à luz uma nova Instituição — a Maçonaria Especulativa — que marcou presença na filosofia e ciências a partir do Renascimento ao Iluminismo. O que se tem questionado é sobre a persistência desta apresentação maçônica ou sobre o desenvolvimento — para alguns até, pela necessidade — de uma nova Maçonaria, isto é, uma nova fase no histórico maçônico.

 

a) Maçonaria Operativa

Qualquer referência histórica que mencione o operativismo maçônico nos leva à Idade Média (476/1453), seu ambiente, sua política, seu povo. Neste período, denominado como “idade das trevas”, muitos obstáculos foram enfrentados e suplantados.

 

No ambiente social tudo estava para ser feito, o poder era disputado entre a nobreza e a religião, enquanto o povo buscava um espaço. As cidades — burgos — eram poucas, a vida era majoritariamente campestre baseada na agricultura e alguma pecuária. Foi nesta época que se desenvolveram as diferentes atividades profissionais sob draconiano controle.

 

A nobreza era disputada pela precedência de diferentes famílias onde o ‘mais forte dominava – ou eliminava – o mais fraco’; o cenário era beligerante, alternante e mutável, para os membros destas famílias.

 

A Igreja agradecia aos céus o indulto de Constantino e trazia para luz a mensagem cultivada nas escuras catacumbas. A mensagem foi se espalhando e o crescimento da Igreja, inevitável. A necessidade de morar e rezar exigiu a construção de obras diferentes dos castelos e pontes da nobreza.

 

Neste cenário de crescimento e consolidação dos estados e da igreja católica, associado ao desenvolvimento do trabalho em diferentes áreas — ver E. Boileau[7] - houve espaço para a construção, aqui o nascedouro da Maçonaria Operativa, principalmente daqueles pedreiros capacitados na construção das grandes igrejas góticas, estilo que experimentou desenvolvimento e hegemonia a partir do século XII, exemplificado pela construção da igreja de Saint Dennis, Paris, cujas obras  — abade Suger — foram iniciadas em 1135 dando origem ao estilo gótico.


A construção gótica integra-se na visão de uma engenharia faraônica-piramidal com a mobilização de uma imensa quantidade de material e uma imobilização prolongada da mão de obra, visto que tais obras-primas demandavam períodos seculares para sua conclusão.

 

Não é de estranhar que a aproximação do operativismo maçônico com a religião católica tenha sido estreita; caracteristicamente, a igreja comprava o trabalho e convertia os operários que mantinham seu labor e soldo e seguiam os preceitos religiosos. Como não se tornariam estes trabalhadores homens perfeitos e católicos?

 

Ao longo do tempo tais empreendimentos foram ficando cada vez complexos e caros, uma vez que cada cidade/burgo almejava erguer a maior igreja em homenagem à virgem Maria. A história relata que foi necessário modificar a forma de construção: deveria ser mais econômica sem perder a majestade.

 

b) Maçonaria de Transição (1600/1717)

Novas ideias filosóficas, científicas, políticas e arquitetônicas foram se desenvolvendo, se opondo e sucedendo; com as mudanças no Oriente — queda de Constantinopla, 29/maio/ 1453 — inicia-se a Idade Moderna.

 

O primeiro despertar é o da península italiana na forma do Renascimento e o estilo Românico. Observar que a Maçonaria não manteve uma ligação com estes movimentos neste momento histórico; a Itália e a Maçonaria vão se encontrar mais adiante.

 

Retomando, filosoficamente, a Idade Média originou e abençoou o pensamento patrístico (Santo Agostinho) — o fundamentador do cristianismo filosófico — assim como o escolástico (São Tomás de Aquino) — que buscou dentro de seus referenciais básicos — a Bíblia — toda argumentação possível para acomodar todos os diferentes acontecimentos e vivências, assim como, todas as novidades e o progresso medieval sob o manto religioso, afastado do risco de perecer religiosamente, como as Cruzadas (1099 a 1270) e, até mesmo, os templários (1314)[8].

 

A Idade Moderna foi emoldurada, dentro da Filosofia, pelo racionalismo:

a) René Descartes (1596-1650), com seu Discurso do Método, de 1637 e,

b) Baruch Spinoza (1632/1677), com sua Ética Demonstrada segundo o Método Geométrico, obra póstuma de 1677.

 

Mas, também, pelo empirismo:

a) John Locke (1632/1704) com seu Dois Tratados de Governo, de 1689, além da sua Carta sobre a Tolerância, de 1689;

b) George Berkeley (1685/1753) com seu Tratado sobre os Princípios do Conhecimento Humano (1710)[9].

 

Maçonicamente, observar que estas escolas e filósofos nasceram e apresentaram suas ideias antes do aparecimento da Maçonaria Especulativa, isto é, antes de 1717/1723.

 

Ao longo deste período a temática religiosa esteve presente e experimentou evolução; foi possível considerar as religiões e as crenças e neste hiato conceitual apareceram as “Cartas sobre a Tolerância”[10], de John Locke; mesmo assim foi uma “época mortífera para se viver na Europa durantes as guerras religiosas no começo do século XVII”[11]

 

Foi nesta época de transições que a Maçonaria viveu a sua, deixando de ser um sindicato de profissionais pedreiros para transmutar-se em Academia de livres pensadores, mas, ainda com a presença de pedreiros (Anthony Sayer) e não pedreiros (John Boswell).

 

Foi nesta época de transições que as Old Charges[12] deixaram de ser prosa para assumirem o formato dos catecismos.

           

c) Maçonaria Especulativa (1717...)

A versão especulativa da franco-maçonaria desenvolveu-se primeiramente na Inglaterra tendo como marco temporal – podendo ser entendida um pouco antes ou depois, é apenas uma referência — o 24 de junho de 1717, isto é, o encontro das Quatros Lojas Antigas[13] com a formação da Primeira Grande Loja de Londres e Westminster.

 

Podemos dizer que a matriz deste evento está registrada nas “Constituições de Anderson”, 1723[14], com um cunho, formalmente, deísta; ao longo da história — e já na segunda edição de 1738 — a vertente teísta retoma como referencial que vai se manter pétreo nos eventos de Laussane/1875, Suíça, referentes ao Rito Escocês Antigo e Aceito.

 

Esta Maçonaria cresceria muito, certamente além dos sonhos dos fundadores. Seus primeiros passos foram para o continente europeu, via França e para as Américas: ao Norte, via Inglaterra (os Antigos) e a do Sul, via França (os Modernos); com os dois pés o compasso girou e o mundo foi circundado.

 

À semelhança de um jogo de sedução a Maçonaria conquistou aos que pretendia e os ingressos seduziram outros mais de tal sorte que ao longo dos séculos XVIII e XIX sempre houve oportunidade para a Instituição obrar em prol do mundo; obras embasadas em virtudes básicas — Sabedoria, Força e Beleza dos ingleses-modernos -, as quais permitiam a execução do mantra conceitual de a Maçonaria se constituir em uma sociedade iniciática, filosófica, filantrópica, progressiva, educacional, adgmática e apartidária[15].

 

Aqui podemos identificar o encontro da Maçonaria Especulativa com o Iluminismo francês que vai se fazer presente após a semeadura inicial do Especulativismo maçônico, ou seja:

a) Charles-Louis de Secondat, barão de La Brède e de Montesquieu (1689/1755), com seu O Espírito das Leis/1748;

b) Denis Diderot (1713/1784) e Jean Le Rond D’Alambert (1717/1783), com o primeiro e posteriores volumes da fantástica Enciclopédia partir de 1751;

c) Jean Jacques Rousseau (1712/1778), e seu O Contrato Social/1762;

d) Adam Smith (1723/1790), e a esclarecedora obra A Riqueza das Nações/1776.

 

Como observação cronológica, importante considerar que os eventos balizantes de 1717 e 1723, deram-se sob o pensamento empírico e racionalista, pois o iluminismo francês, propriamente dito, aparece posteriormente. Uma apresentação panorâmica de maior amplitude pode ser encontrada em Claudio Alvin Zanini Pinter[16].

 

Curiosamente, após a disseminação da ‘maioria’ da Instituição, em sua versão Especulativa, deu-se uma transformação nas relações com a Igreja; se a versão Operativa era adotiva e adorava a Igreja Católica, na versão Especulativa houve um distanciamento visto que a Igreja não mais reconhecia a versão operativa na especulativa e esta versão especulativa não mais singularizava a preferência católica romana como referencial religioso único; vivia pela senda da ‘tolerância’[17] na escolha da fé individual.[18],[19]

 

Aspecto interessante a ser melhor estudado é o do desenvolvimento e ação da Maçonaria no século XX, principalmente no período das Grandes Guerras. O ambiente da primeira metade do século passado atingiu a todos indistintamente, a Maçonaria também foi pega neste refluxo histórico. Os fatos e eventos da guerra se sobrepuseram ao potencial maçônico de atuar em momento tão cruel e culminante; a própria literatura torna-se menos presente.

 

Os efeitos dos anos de guerra foram inclementes com todos, frequentemente vemos referências sobre as gerações anteriores e posteriores aos trágicos e dolorosos eventos dos anos 20 a 40 do século XX.

 

Aparentemente a Maçonaria não passou ilesa pela angustiante experiência: irmãos de ambos os lados. Aliás, muitos outros viveram a mesma experiência. O mundo não foi mais o mesmo desde então; também a Maçonaria não foi mais a mesma.

Estamos caminhando ao longo do período de “Longa Paz”[20], nos aproximamos de oitenta anos sem conflitos diretos entre grandes potências nucleares – houve momentos de ação secundária de uma grande potência em refrega de interesse de outra grande potência. Que assim continue.

 

Maçonicamente parece estarmos vivendo um período estático de culto as conquistas históricas do passado: louvores àquilo que a Maçonaria foi capaz de fazer; temos no referido a uma Maçonaria Contemplativa – apesar do uso diferente deste termo por outros autores.

 

A pergunta que temos que fazer: qual a função da Maçonaria hoje, século XXI?

 

d) Maçonaria Executiva[21],[22]ou Corporativa[23](século XXI)

 

Nada é para sempre ou perene, igualmente a Maçonaria! Em algum momento adequações e mudanças serão necessárias para que a Instituição continue ativa e útil.

 

Somente sendo útil continuará ativa; para ser útil deve perceber qual o espaço e ação tem condições de preencher e atuar. Semelhante ao bem que somente se mantém em produção enquanto houver procura e demanda.

 

Qual a expectativa dos novos iniciados nas fileiras maçônicas? Certamente existem irmãos com diferentes objetivos e expectativas atuando como estímulos da aceitação de ingresso/iniciação.

 

Paralelamente podemos nos questionar sobre as expectativas da sociedade na qual a Maçonaria está inserida; o que a sociedade pensa ou espera da Instituição Maçônica em nossos dias?

 

Interessa saber e exigir estudos e condutas frente aos números e estatísticas que não são muito favoráveis à Maçonaria no século XXI. Paradoxalmente, no período de melhor clareza e conhecimento da maioria dos interessados sobre o mundo e seus muitos mistérios, parece não haver mais a necessidade de condutas sub-reptícias ou discretas demais na sociedade atual.

 

O termo ‘Maçonaria’ já não causa tanta comoção ou resistência como a cem anos passados. Na verdade, existe um espaço para a Maçonaria no seio da sociedade atual; a Maçonaria pode vir à Luz! Obviamente, o ambiente social não é água cristalina — igual em todos os pontos; contudo, mesmo que de forma desproporcional — algumas sociedades mais, outras menos tolerantes — espera-se que a Maçonaria seja capaz de atuar e contribuir para com o desenvolvimento e melhoria social onde estiver inserida.

 

A sociedade de hoje é um quebra-cabeças de interesses, objetivos e instituições; ou ainda, a sociedade de hoje é composta por um fractal de componentes! A Maçonaria necessita de diferentes componentes para atender a estes diferentes fractais; em outras palavras, a uniformidade não seria a melhor das táticas para manutenção da Maçonaria hoje.

 

As necessidades são as mais diversas: internas e externas.

 

Necessidades internas dizem respeito a manutenção da Ordem: organização e desenvolvimento das sessões, observação da ritualística, ensinamentos — peças de arquitetura e instruções — de nível e com novidades. Seleção e iniciações de candidatos que somem, se adaptem ao perfil da Loja seja em seu programa de objetivos, seja na comunidade em que a Loja atua. Ainda podemos considerar como necessidades internas o zelo para com as instituições paramaçônicas — Lowtons, DeMolays, Abelhinhas, Filhas de Jó, Sociedade das Acácias, Shriners; cada irmão terá que optar por algum destes braços para-maçônicos sociais. Para alguns o resgate histórico e a manutenção da tradição — museus e bibliotecas — podem ser um atrativo.

 

Necessidades externas dizem respeito a ação da Maçonaria na sociedade; momento de realizar ações sociais — asilos, creches, SOMAR, Observatório Social — a disponibilidade e o voluntariado contam muito nestas escolhas. Como vivemos em uma sociedade multifacetada, diferentes irmãos poderão encontrar atividade que lhes permitam uma ação concreta, complementarmente sentir satisfação e prazer sem comprometer os princípios e virtudes elencadas.

 

A Maçonaria herdeira e continuadora da tradição operativa e especulativa, certamente, não se restringirá às glórias do passado e às ágapes.

 

III. FINALIZANDO

As rápidas e profundas mudanças vividas nos mais diversos campos — científico, filosófico, social, econômico — matizam as ações de toda a sociedade e de todos nós individualmente.

 

A Maçonaria não seria uma exceção, assim sendo, um esforço se faz necessário para adequar os aspectos tradicionais da Instituição — iniciático, filosófico, ritualístico — aos novos tempos, com a devida abertura e participação no seio de uma sociedade muito mais complexa frente àquela que deu origem, seja a versão operativa, seja a versão especulativa. Outros tempos, outra Maçonaria!

 

Não foram poucas as ocasiões em que a Instituição tomou a frente em mudanças e acertos sociais; não poderá ser diferente no século XXI. Estejamos todos preparados, cada um de nós fazendo o seu melhor, onde sua individualidade melhor se adaptar; onde houver trabalho e satisfação, aí será o centro do alvo individual. Cremos que a Maçonaria sempre foi e sempre será uma instituição séria.

 

Luiz V. Cichoski MM

ARLS Templários da Liberdade, 69

GOSC



Luiz V. Cichoski

SAIBA MAIS          


Notas de rodapé

[1] E. Martin Saint-Léon, Histoire de las Corporations des métiers, 3ª. Éd., Libr. Félix Alcan, Paris, 1922.

[2] J. Le Goff, Para Um novo Conceito de Idade Média, Editorial Estampa, Lisboa, 1980.

[3] J. Le Goff, O Deus da Idade Média, 2ª. Edição, Civilização Brasileira, 2010.

[4] M. Abramson, A. Gurevitch & N. Lolensnitski, História da Idade Média, vol.1, Ed. Estampa, 1978.

[5] H. Spencer, Origen de las Profesiones, F. Sempere Y Compañía, Editores, Valencia,1909.

[6] J. Michelet, A Agonia da Idade Média, Educ Imaginária, 1992.

[7] Règlements sur les arts et métiers de Paris, rédigés au 13 siècle, et connus sous le nom du Livre des métiers d'Étienne Boileau.

[8] L. V. Cichoski, Fundamentos Maçônicos, os Templários, A Trolha, 2022.

[9] L. V. Cichoski, Fundamentos da Filosofia Maçônica vol. I e II, A Trolha, 2019.

[10] J. Locke, Cartas sobre a Tolerância, Edições 70, 2005.

[11] S. Pinker, Os Anjos Bons da Nossa Natureza, Cia de Letras, 2013.

[12] L. V. Cichoski, Fundamentos Maçônicos, Old Charges, A Trolha, 2020.

[13] R. F. Gould, As Quatro Lojas Antigas, Ed. Arcanum, 2018.

[14] J. Anderson, As Constituições de Anderson, Trad. V. S. von Tempski-Silka, Ed. Juruá, 2001.

[15] GOSC, Ritual de Aprendiz 1976, 1985, 2001, 2008.

[16] C. A. Z. Pinter, El liberalismo económico y político en la independencia de Brasil: trayectoria de 1800 a 1830. Influencia de la masonería. 2003. Tese (Doutorado) – Universidad de León, León, Espanha, 2003, virtualmente disponível na Biblioteca do Grande Oriente de Santa Catarina.

[17] J. Locke, Cartas sobre a Tolerância, Edições 70, 2005.

[18] J. F. Benimelli, Masonería, Iglesia e Ilustracion, vol. I, II, III e IV, F. U. Española, 1977.

[19] J. F. Benimelli, Arquivos Secretos do Vaticano e a Franco-Maçonaria, Madras, 2007.

[20] S. Pinker, Os Anjos Bons da Nossa Natureza, Cia de Letras, 2013.

[21] L. V. Cichoski, Maçonaria Executiva, O Prumo, 253, novembro/dezembro 2020.

[22] L. V. Cichoski, Gerações, 2022, inédito.

[23] R. B. Levy, O Dilema do Maçom, 2020 (Kindle on).

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