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HISTÓRIA DA MAÇONARIA: DO MAÇO AO MALHETE

  • há 23 horas
  • 1 min de leitura

Por Izautonio Machado


HISTÓRIA DA MAÇONARIA: DO MAÇO AO MALHETE


HISTÓRIA DA MAÇONARIA: DO MAÇO AO MALHETE
Imagem ilustrativa gerada por IA

 

Você já viu malhetes em tribunais e parlamentos. Mas, se ele nunca foi um instrumento dos maçons operativos, como, então, o malhete foi parar na loja?

 

Nos primórdios da Maçonaria Especulativa, os instrumentos usados em loja ainda eram os mesmos dos operativos. Assim sendo, as batidas eram dadas com um maço (também chamado de malho).

 

Como o maço era uma ferramenta mais pesada e difícil de manejar, não demorou até que os maçons especulativos o substituíssem pelo malhete, mais leve e portátil.

 

O malhete de madeira já era, desde a Idade Média, uma ferramenta associada à autoridade. Isso facilitou sua adoção pelos oficiais da loja.

 

Essa é a razão pela qual em quase todo o mundo, o maço figura hoje apenas entre as ferramentas simbólicas.

 

Ainda assim, na maioria das lojas na Escócia, Veneráveis e Vigilantes ainda utilizam o maço no lugar do malhete, procurando manter o vínculo com a tradição operativa.

 

FONTES:

WHEN is a Gavel not a Gavel? When it is a Maul!. The Grand Lodge of Scotland.

 

Ars Quatuor Coronatorum, Transactions of Quatuor Coronati Lodge No. 2076, Volume XL, 1928.

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