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O SIMBOLISMO DO CHAPÉU DO VENERÁVEL MESTRE E DO SALMO 133 NO REAA

há 2 horas
10 min de leitura

 

Ir.'. Joaquim Gonçalves Machado Neto – M.'. M.'.; Ir.'. Paulo Teixeira Puccini – M.'. M.'.; Ir.'. Fábio Rodrigo Pinto Bazzo – M.'. I.'.[1] 


O SIMBOLISMO DO CHAPÉU DO VENERÁVEL MESTRE E DO SALMO 133 NO REAA 

O SIMBOLISMO DO CHAPÉU DO VENERÁVEL MESTRE E DO SALMO 133 NO REAA
Imagem ilustrativa gerada por IA

INTRODUÇÃO

A Maçonaria utiliza uma linguagem simbólica destinada a transmitir ensinamentos morais, filosóficos e iniciáticos por meio de rituais, alegorias, ornamentos e tradições. No âmbito do Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA), diversos símbolos contribuem para a formação dos maçons e para a compreensão dos princípios que orientam a vida da Loja.

 

Entre esses símbolos destacam-se o chapéu de abas caídas utilizado pelo Venerável Mestre e o Salmo 133, ambos profundamente relacionados à dinâmica da liderança e da fraternidade maçônicas, respectivamente.

 

O chapéu de abas caídas constitui um dos elementos mais característicos da indumentária do Venerável Mestre no REAA. Embora frequentemente percebido apenas como uma insígnia ritualística, seu significado transcende a dimensão formal, relacionando-se à responsabilidade, à sabedoria e ao exercício equilibrado da autoridade (FREITAS JUNIOR, s.d.).

 

O uso do chapéu na tradição maçônica também é associado a valores históricos ligados à dignidade, à liberdade e à proteção simbólica da sabedoria adquirida pelo iniciado (FREITAS JUNIOR, s.d.).

 

Por sua vez, o Salmo 133 ocupa posição singular na tradição judaico-cristã e na cultura maçônica. Sua mensagem central encontra-se expressa na conhecida passagem: “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união” - Salmo 133:1 (BÍBLIA SAGRADA, 2017). Ao exaltar a convivência harmoniosa entre irmãos, este texto tornou-se uma das mais significativas referências simbólicas da fraternidade maçônica.

 

Embora pertençam a esferas aparentemente distintas, ambos os símbolos convergem para valores fundamentais do REAA. O chapéu de abas caídas remete ao dever de conduzir os trabalhos com sabedoria e equilíbrio. O Salmo 133 aponta para a finalidade dessa liderança, expressa na preservação da união, da concórdia e da fraternidade entre os Irmãos.

 

A análise conjunta desses dois símbolos permite compreender que autoridade e fraternidade são dimensões complementares da experiência maçônica. A liderança somente se justifica quando exercida em benefício da harmonia da Loja, enquanto a fraternidade depende da existência de uma autoridade legítima capaz de preservar a ordem e o respeito mútuo.

 

OBJETIVOS

Analisar o simbolismo do chapéu de abas caídas usado pelo Venerável Mestre no contexto do Rito Escocês Antigo e Aceito, destacando suas relações com a autoridade iniciática, a sabedoria e a responsabilidade ritualística.

 

Examinar o significado simbólico do Salmo 133 na tradição maçônica, especialmente em seus aspectos de fraternidade, harmonia e unidade entre os Irmãos.

 

Identificar as relações simbólicas existentes entre o chapéu de abas caídas usado pelo Venerável Mestre e o Salmo 133, evidenciando como ambos expressam valores fundamentais do REAA, como liderança, serviço, fraternidade e preservação da unidade da Loja.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

Os materiais utilizados nesta pesquisa foram obras clássicas e contemporâneas da literatura maçônica, a bíblia sagrada e artigos acadêmicos de conteúdo maçônico.

 

O método acadêmico utilizado foi o qualitativo, descritivo e comparativo. Os diferentes materiais bibliográficos consultados foram analisados, interpretados, individualmente e/ou em conjunto, e citados de forma clara e fundamentada.

 

Com este método, procuram-se conciliar o rigor acadêmico, fidelidade às fontes e clareza didática. A interpretação adotada foi essencialmente simbólica e hermenêutica (SOUZA, 2025).

 

O VENERÁVEL MESTRE E A AUTORIDADE SIMBÓLICA NO REAA

No REAA, o Venerável Mestre ocupa posição central na estrutura administrativa, ritualística e simbólica da Loja. Instalado no Oriente, local associado à luz, ao conhecimento e ao nascimento do Sol, o Venerável Mestre representa a autoridade legítima responsável pela condução dos trabalhos maçônicos.

 

Entretanto, a função do Venerável Mestre transcende os aspectos administrativos e protocolares, assumindo um profundo significado filosófico e iniciático. A tradição maçônica ensina que a autoridade não constitui privilégio pessoal, mas responsabilidade assumida perante a Loja.

 

O Venerável Mestre não governa em benefício próprio, mas em nome dos princípios da Ordem e dos interesses coletivos da Oficina. A principal missão do Venerável Mestre consiste em preservar a harmonia dos trabalhos, assegurar o cumprimento dos rituais e promover o aperfeiçoamento moral e intelectual dos Irmãos.

 

A Maçonaria busca formar homens capazes de governar a si mesmos antes de pretender orientar os demais (WIRTH, 1962). Sob essa perspectiva, a liderança exercida pelo Venerável Mestre deve ser entendida como consequência do autodomínio, da prudência e da experiência adquirida ao longo da jornada iniciática.

 

Essa concepção aproxima-se da figura tradicional do Rei Salomão, frequentemente considerado o modelo simbólico do governante sábio. A associação não decorre apenas de sua participação na construção do Templo de Jerusalém, mas principalmente da ideia de que a verdadeira autoridade deve ser exercida com discernimento, justiça e equilíbrio (PIKE, 1871).

 

No contexto do REAA, o Venerável Mestre torna-se, assim, o principal guardião da ordem e da harmonia da Loja. Sua presença no Oriente simboliza a necessidade de que toda liderança esteja subordinada à sabedoria e ao serviço, princípios que constituem a base da autoridade iniciática.

 

É nesse contexto que se insere um dos mais conhecidos símbolos do cargo: o chapéu de abas caídas usado pelo Venerável Mestre ao longo das sessões.

 

O SIMBOLISMO DO CHAPÉU DO VENERÁVEL MESTRE

Entre os diversos elementos que compõem a indumentária ritualística do REAA, o chapéu de abas caídas utilizado pelo Venerável Mestre destaca-se como um dos mais característicos e reconhecíveis.

 

A presença do chapéu de abas caídas nas sessões da Loja não possui função meramente ornamental ou cerimonial. Trata-se de um símbolo carregado de significados históricos, filosóficos e iniciáticos.

 

Historicamente, o uso do chapéu esteve associado a diferentes conceitos de liberdade, dignidade, distinção e autoridade. Em várias culturas, cobrir a cabeça representava respeito, honra ou posição social. A Maçonaria preservou parte dessa herança simbólica, adaptando-a aos seus próprios princípios e valores (FREITAS JUNIOR, s.d.).

 

No REAA, o chapéu utilizado pelo Venerável Mestre caracteriza-se por sua forma simples, de abas naturalmente caídas e estrutura contínua (Figura 1). A aparência sóbria e desprovida de excessos ornamentais do chapéu de abas caídas harmoniza-se com os valores de moderação, prudência e equilíbrio; que devem caracterizar o exercício da liderança maçônica (FREITAS JUNIOR, s.d.).


Chapéu do Venerável Mestre
Figura 1. Chapéu de abas caídas utilizado pelo Venerável Mestre no Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA). Imagem gerada por IA (ChatGPT, 2026).

Sob o aspecto simbólico, o chapéu pode ser compreendido como representação da proteção da sabedoria. Ao cobrir a cabeça — tradicionalmente associada à razão, ao pensamento e ao discernimento — recorda que o conhecimento adquirido deve ser preservado, cultivado e utilizado de forma responsável (FREITAS JUNIOR, s.d.).

 

Não se trata de um símbolo de superioridade sobre os demais Irmãos, mas de um permanente lembrete dos deveres assumidos por aquele que conduz os trabalhos da Loja (FREITAS JUNIOR, s.d.).

 

A associação entre o chapéu e a sabedoria também encontra correspondência na tradição salomônica que inspira grande parte da simbologia do REAA. Assim como Salomão é lembrado por sua prudência e capacidade de julgamento, o Venerável Mestre é chamado a exercer sua autoridade de maneira equilibrada, justa e orientada pelo bem comum.

 

Nos rituais do REAA, nas sessões de aprendiz, companheiro e mestre, o Venerável Mestre se descobre, retira o chapéu, apenas durante as etapas de abertura e fechamento do livro da Lei (GLESP, 2014; GLESP, 2017; GLESP, 2019).

 

Um aspecto relevante refere-se às sessões do Grau de Mestre Maçom. Nessas ocasiões, todos os Mestres presentes permanecem cobertos com chapéus semelhantes ao utilizado pelo Venerável Mestre ao longo da sessão, exceto durante as etapas de abertura e o fechamento do livro da Lei (GLESP, 2019).

 

Esse costume possui profundo significado simbólico, pois evidencia que o chapéu não representa apenas uma função administrativa específica, mas também a dignidade iniciática alcançada pelos Mestres Maçons (FREITAS JUNIOR, s.d.).

 

Ao mesmo tempo em que reconhece a autoridade ritualística do Venerável Mestre, o uso comum do chapéu de abas caídas nas sessões da Loja reafirma a igualdade fundamental existente entre os Irmãos que atingiram a plenitude dos graus simbólicos[2] (FREITAS JUNIOR, s.d.).

 

Essa característica distingue o simbolismo maçônico de concepções meramente hierárquicas de poder. A autoridade exercida pelo Venerável Mestre não elimina a fraternidade nem a igualdade essencial dos membros da Loja. Pelo contrário, sua legitimidade decorre justamente do compromisso com a preservação da unidade, da harmonia e do respeito mútuo.

 

Assim, o chapéu de abas caídas representa simultaneamente sabedoria, responsabilidade, autoridade e serviço. Seu simbolismo recorda que a liderança maçônica somente se justifica quando colocada a serviço da coletividade e do aperfeiçoamento dos Irmãos.

 

A compreensão desse simbolismo torna-se ainda mais rica quando analisada em conjunto com a mensagem contida no Salmo 133, tradicionalmente associado à fraternidade e à convivência harmoniosa entre os maçons.

 

O SALMO 133 E A FRATERNIDADE MAÇÔNICA

Entre os textos tradicionalmente associados à convivência fraterna, poucos possuem significado tão profundo quanto o Salmo 133. Integrante dos chamados “Cânticos das Subidas”, esse breve texto bíblico tornou-se uma das mais conhecidas referências à união, à concórdia e à convivência harmoniosa entre os homens.

 

Sua mensagem principal encontra-se sintetizada logo no primeiro versículo: “1Ó quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união” (BÍBLIA SAGRADA, Salmo 133:1).

 

A simplicidade dessa afirmação não diminui sua profundidade simbólica. Ao contrário, ela expressa um ideal de convivência que transcende os limites da família biológica e alcança todas as formas de fraternidade espiritual e moral. No contexto maçônico, essa passagem tornou-se uma poderosa representação da relação existente entre os membros da Ordem.

 

O Salmo desenvolve sua mensagem por meio de duas imagens simbólicas sobre a união fraterna contidas no segundo versículo “² É como o óleo precioso derramado sobre a cabeça de Aarão, descendo pela barba até as bordas de suas vestes” (BÍBLIA SAGRADA, Salmo 133:2).

 

No contexto bíblico, o óleo representa consagração, bênção e transmissão de autoridade espiritual. Sua descida contínua simboliza a difusão harmoniosa da graça e da unidade.

 

A segunda imagem refere-se ao orvalho do Monte Hermon, que desce sobre os montes de Sião (BÍBLIA SAGRADA, Salmo 133:3).

 

O orvalho, elemento indispensável à fertilidade e à renovação da vida nas regiões áridas do Oriente Médio, simboliza a vitalidade, o crescimento e a prosperidade resultantes da convivência harmoniosa.

 

No ambiente maçônico, ambas as metáforas podem ser interpretadas como representações da fraternidade vivida no interior da Loja. Assim como o óleo consagra e o orvalho fecunda, a convivência fraterna fortalece os vínculos entre os Irmãos, e favorece o crescimento moral, intelectual e espiritual de todos os participantes.

 

Lavagnini observa que a Maçonaria não deve ser compreendida apenas como uma associação de indivíduos reunidos em torno de interesses comuns, mas como uma verdadeira escola de aperfeiçoamento humano, na qual a fraternidade desempenha papel fundamental no processo iniciático (LAVAGNINI, 2014).

 

Sob essa perspectiva, o Salmo 133 oferece uma síntese particularmente adequada dos valores que sustentam a vida maçônica. A união exaltada pelo Salmo não implica uniformidade de pensamento nem ausência de diferenças individuais. Pelo contrário, pressupõe a capacidade de conviver respeitosamente com a diversidade de opiniões, experiências e perspectivas.

 

A harmonia não resulta da eliminação das diferenças, mas da capacidade de integrá-las em benefício do bem comum. Essa compreensão aproxima-se da concepção defendida por Wirth, segundo a qual a fraternidade iniciática constitui uma das expressões mais elevadas da vida maçônica, pois permite que indivíduos distintos trabalhem juntos em busca do aperfeiçoamento pessoal e coletivo (WIRTH, 1962).

 

Dessa forma, o Salmo 133 ultrapassa sua dimensão religiosa original e transforma-se em uma verdadeira síntese simbólica dos ideais de união, solidariedade e fraternidade cultivados pela Maçonaria.

 

A RELAÇÃO SIMBÓLICA ENTRE O CHAPÉU DO VENERÁVEL MESTRE E O SALMO 133

À primeira vista, o chapéu do Venerável Mestre e o Salmo 133 parecem pertencer a universos simbólicos distintos. O primeiro está associado à autoridade ritualística e à condução dos trabalhos da Loja; o segundo, à fraternidade e à convivência harmoniosa entre os Irmãos.

 

Entretanto, quando analisados conjuntamente, os dois símbolos revelam uma importante dimensão da filosofia maçônica. O chapéu representa a responsabilidade da liderança; o Salmo 133 representa a finalidade dessa liderança. Em outras palavras, a autoridade somente encontra sua plena legitimidade quando colocada a serviço da fraternidade.

 

Essa interpretação permite compreender que o exercício da liderança maçônica não se fundamenta na imposição de vontades nem na concentração de poder. Seu propósito consiste em promover a harmonia, estimular a participação dos Irmãos e preservar a unidade da Loja.

 

O Venerável Mestre não governa para si mesmo; governa para que a união descrita pelo Salmo 133 possa efetivamente manifestar-se na vida da Oficina.

 

Essa relação torna-se ainda mais evidente quando se considera o uso do chapéu pelos Mestres Maçons durante as sessões da Câmara do Meio. Ao mesmo tempo em que se reconhece a autoridade ritualística do Venerável Mestre, reafirma-se a igualdade fundamental entre os Irmãos Mestres.

 

Assim, a autoridade e a fraternidade deixam de ser conceitos opostos e passam a constituir elementos complementares de uma mesma realidade iniciática.

 

Sob essa perspectiva, o chapéu e o Salmo 133 revelam uma concepção de liderança profundamente distinta dos modelos puramente hierárquicos. A autoridade legítima não é aquela que se impõe pela força ou pela posição ocupada, mas aquela que se coloca a serviço do crescimento coletivo, da preservação da harmonia e da construção da unidade.

 

Portanto, estes dois símbolos convergem para um mesmo ensinamento: a verdadeira liderança somente alcança sua plenitude quando orientada pela fraternidade, enquanto a fraternidade somente se preserva quando sustentada por uma liderança sábia, equilibrada e comprometida com o bem comum.

 

CONCLUSÕES

O estudo conjunto desses símbolos permite compreender que liderança e fraternidade não são conceitos opostos, mas realidades complementares e interdependentes.

 

A autoridade iniciática somente encontra legitimidade quando orientada para a preservação da união da Loja, enquanto a fraternidade necessita de uma liderança sábia e equilibrada para se manter a responsabilidade ritualística viva e operante.

 

Simbolicamente, as relações entre chapéu do Venerável Mestre e o Salmo 133 consistem em uma concepção de autoridade fundamentada em serviço, fraternidade, harmonia e unidade entre os Irmãos, na sabedoria e na construção coletiva do bem comum.

 

As relações simbólicas entre chapéu do Venerável Mestre e o Salmo 133 expressam valores fundamentais do REAA, como; liderança, serviço, fraternidade e preservação da unidade da Loja, e reafirmam os princípios essenciais da tradição maçônica em direção ao aperfeiçoamento moral e espiritual.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BÍBLIA SAGRADA. Almeida Revista e Atualizada. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017. Salmo 133, p. 648. Disponível em: https://www.sbb.org.br. Acesso em: 19 jun. 2026.

BOUCHER, Jules. A Simbólica Maçônica. São Paulo: Pensamento, 2007. Disponível em: https://www.pensamento.com.br. Acesso em: 19 jun. 2026.

FREITAS JUNIOR, Basílio Thomé de. O Chapéu na Maçonaria. Trabalho apresentado na A.R.L.S. Solidariedade e Progresso nº 3078. Grande Oriente do Brasil. [s.d.].

GLESP, Grande Loja do Estado de São Paulo. Aprendiz maçom: Ritual do simbolismo. 10ª. Ed., GLESP: São Paulo, 2014.

GLESP, Grande Loja do Estado de São Paulo. Companheiro maçom: Ritual do simbolismo. 8ª. Ed., GLESP: São Paulo, 2017.

GLESP, Grande Loja do Estado de São Paulo. Mestre maçom: Ritual do simbolismo. 9ª. Ed., GLESP: São Paulo, 2019.

LAVAGNINI, Aldo. Manual do Aprendiz Maçom. São Paulo: Madras, 2014. Disponível em: https://www.madras.com.br. Acesso em: 19 jun. 2026.

PIKE, Albert. Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry. Charleston: Supreme Council of the Southern Jurisdiction, 1871. Disponível em: https://archive.org/details/moralsdogmaofanc00pike. Acesso em: 19 jun. 2026.

SOUZA, Marina de. Hermenêutica: significado e conceito [Estudos Bíblicos]. Teólogo Internacional, [S. l.], 30 nov. 2025. Disponível em: https://teologointernacional.com.br/ hermeneutica-significado-e-conceito-estudos-biblicos/. Acesso em: 05 out. 2026.

WIRTH, Oswald. A Franco-Maçonaria Tornada Inteligível aos seus Adeptos: O Aprendiz. São Paulo: Pensamento, 1962. Disponível em: https://www.pensamento.com.br. Acesso em: 19 jun. 2026.


Notas de rodapé

[1] Obreiros da A.'.R.'.L.'.S.'. Major Hilário Tavares Pinheiro nº 195, Or.'. de Jaboticabal, SP, Jurisdicionada à GLESP.

[2] Entende-se que a expressão “plenitude dos direitos maçônicos” traduz com maior precisão a ideia aqui apresentada do que “plenitude dos graus simbólicos”.


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