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ARTIGOS
MAÇÔNICOS
Leia artigos maçônicos de ESCRITORES RENOMADOS
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Resposta em sigla da pergunta: Sois Companheiro Maçom? Digitada em letras minúsculas.
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MARCAS DE MAÇONS
Tornou-se um costume para os cortadores de pedra colocar Marcas nas pedras nos canteiros de obras. Marcas identificavam o trabalho de um maçom em especial para o pagamento do salário, e significavam que a pedra foi aceita para uso. Outras Marcas indicavam onde uma pedra em especial deveria ser colocada no interior da estrutura.
há 4 dias2 min de leitura


ETARISMO VERSÃO II – A PEDRA ANGULAR RENEGADA
Tempora mutantur et nos in illis. Os tempos mudam, e nós mudamos com eles. É deste axioma antigo que parto, porque há reflexões que só amadurecem quando o homem já viveu o bastante para reconhecer, no espelho da Ordem, aquilo que a sociedade insiste em recusar aos seus mais velhos.
27 de ago.7 min de leitura


OS PRIMEIROS REGISTROS DOCUMENTAIS DA MAÇONARIA
Durante muito tempo, o Poema Regius, também chamado Manuscrito Regius foi considerado na literatura maçônica como o mais antigo documento relacionado à Maçonaria. A identificação de outro importante registro, a Carta de Bolonha, demonstra que a história documental das corporações de construtores remonta a período anterior ao Regius.
22 de ago.3 min de leitura


A DIFERENÇA ENTRE “ESTAÇÃO” E “LUGAR” NO RITO DE YORK
Se você já visitou ou pertence a uma Loja que trabalha no Rito de York ou Rito Americano, provavelmente já ouviu falar sobre as estações do Venerável e dos Vigilantes, mas, ao mesmo tempo, pode ter notado, no catecismo, a pergunta “Qual a sua posição?” para o Venerável Mestre ou para um Vigilante, e provavelmente não percebeu nada de errado nisso. E é aí que está o ponto que quero trabalhar neste texto.
13 de ago.7 min de leitura


AS LUVAS NA MAÇONARIA: SIMBOLISMO, HISTÓRIA E FUNÇÃO INICIÁTICA
Este artigo tem por objetivo explorar o simbolismo das luvas na Maçonaria, analisando as suas raízes históricas, significados religiosos e sociais, bem como a sua aplicação ritualística nas cerimônias maçônicas.
12 de ago.28 min de leitura


O CANSAÇO SILENCIOSO DA LOJA MAÇÔNICA
Mas o que significa, afinal, dizer que uma loja está cansada, se uma loja não tem corpo, não dorme, não adoece e não envelhece como envelhecem os homens? A pergunta parece retórica, e, no entanto, é dela que tudo depende.
11 de ago.7 min de leitura


JACQUES DEMOLAY, ORDEM DEMOLAY E MAÇONARIA: UM LEGADO DE VALORES QUE ATRAVESSA GERAÇÕES
Ao longo da história, alguns nomes conseguem ultrapassar o tempo e permanecer vivos muito depois de seus protagonistas terem desaparecido. Jacques DeMolay é um desses exemplos. Sua trajetória, marcada pela fidelidade e pela defesa de seus princípios, acabou transformando seu nome em um símbolo que, séculos depois, continua inspirando gerações.
10 de ago.5 min de leitura


A REGULARIDADE DA FRATERNIDADE
A intenção deste ensaio não é relativizar a regularidade ou questionar a autoridade dos Landmarks, mas analisar se não existe um fundamento ainda mais vetusto e primordial.
7 de ago.11 min de leitura


A LOJA ESTÁ COBERTA?
Muitos dos procedimentos ritualísticos que praticamos hoje em Loja têm origem em antigas tradições do Ofício, preservadas ao longo dos séculos, mesmo quando as razões que motivaram sua adoção já não são plenamente compreendidas.
6 de ago.2 min de leitura


O VERDADEIRO PROPÓSITO DO SALMO 133
Há uma pergunta que raramente fazemos diante de um texto sagrado, talvez por delicadeza, talvez por hábito: para que ele foi escrito? Não o que ele diz, mas o que ele pretende fazer com quem o lê.
4 de ago.6 min de leitura


MAÇONARIA NO FUTURO DO PRETÉRITO
Na gramática da língua portuguesa, esse tempo verbal indica algo que poderia ter sido ou que poderia vir a ser, mas que permanece condicionado por circunstâncias anteriores. Ele expressa uma possibilidade suspensa entre passado e futuro.
1 de ago.7 min de leitura


MAÇONARIA NA FRANÇA: HISTÓRIA DO REAA
Conheça a evolução histórica da Maçonaria na França, fundação das primeiras lojas, a ligação com os Stuarts e consolidação do Rito Escocês Antigo e Aceito.
27 de jul.12 min de leitura


A CHEGADA DO RITO YORK AO BRASIL
O Rito de York chegou ao Brasil por intermédio do Grande Oriente Unido do Brasil, que ficou mais conhecido como Grande Oriente dos Beneditinos, uma potência criada no ano de 1863 em decorrência de uma cisão ocorrida no seio do Grande Oriente do Brasil.
22 de jul.4 min de leitura


O DISSENSO COMO RETORNO À COMPLEXIDADE
A presente resenha investiga, de modo ensaístico, a possibilidade de convivência com o diferente sem a exigência prévia de consenso, situando a Maçonaria como espaço privilegiado para a recuperação do dissenso como valor social.
21 de jul.6 min de leitura


A HISTÓRIA DO RITO DE YORK
Uma lenda contida nos Antigos Deveres alega que a origem da Maçonaria remontaria à cidade de York, no Norte da Inglaterra, onde por volta do ano 600 d.C. teriam se organizado as primeiras guildas de pedreiros.
20 de jul.5 min de leitura


BÍBLIA OU LIVRO DA LEI?
A resposta a esse questionamento suscita duas possibilidades. Em âmbito concreto, eles são iguais, já no campo simbólico há diferenças.
13 de jul.2 min de leitura


BREVES COMENTÁRIOS SOBRE MAÇONARIA E RELIGIÃO
Os preceitos adotados pela Maçonaria, tem raízes judaico/cristãs. Porém, ela não desenvolve doutrinas ou ensinamentos religiosos. Não define Deus, Alma, nem como se dá a admitida vida após a morte, deixando essas definições ao cargo de cada maçom.
1 de jul.3 min de leitura


A CORDA DE 81 NÓS
Não há como falar no número 81 na Maçonaria brasileira e não pensar na corda de 81 nós. Contudo, o número 81 não se resume a esse símbolo da Maçonaria Simbólica, sendo importante nos Altos Graus do R.E.A.A.
25 de jun.3 min de leitura


O PONTO DENTRO DO CÍRCULO
Também chamado de “circumponto”, o ponto dentro de um círculo ladeado por duas linhas verticais paralelas é um símbolo ainda obscuro. Ele aparece desde as primeiras exposições ritualísticas, nos anos 1730, o que sugere que existia antes.
22 de jun.2 min de leitura


A ESSÊNCIA DA MAÇONARIA
A essência da Ordem são os seus elevados Princípios. Tais podem ser identificados nas Virtudes e na Ética.
17 de jun.2 min de leitura


OS TEMPLÁRIOS NA MAÇONARIA: A IA VOLTA À CENA
Após concluir a série de artigos A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA, o autor Ivan A. Pinheiro, juntamente com Lucas V. Dutra, solicitaram à ferramenta de inteligência artificial Gemini uma análise dos cinco episódios. Leia este artigo até o final, você vai se surpreender com o instigante embate entre a IA e os pesquisadores.
14 de jun.20 min de leitura


AS VIRTUDES CARDEAIS
Em alguns dos rituais mais antigos que se conhece, a Maçonaria ensina sete Virtudes, compostas de quatro Virtudes Cardeais e de três Teologais. Entretanto, enquanto as VIRTUDES TEOLOGAIS de FÉ, ESPERANÇA e CARIDADE estão nítidas aos irmãos, seja por meio do painel do grau ou das instruções ministradas, são poucos os rituais que explicitam as VIRTUDES CARDEAIS.
10 de jun.2 min de leitura


MEDITAÇÕES FILOSÓFICAS SOBRE O DIVINO: IMPLICAÇÕES MAÇÔNICAS
Não se pretende discutir a fé. Ao contrário, examinar a ideia do Divino a partir da racionalidade e, como ao longo da história, povos ou mesmo pensadores, examinaram essa problemática, inclusive, alguns tentando articular razões que provariam que Deus existe, enquanto outros sustentam sua inexistência.
9 de jun.17 min de leitura


A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA – V/V
Leia a quinta e última parte da série de artigos sobre A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA.
8 de jun.38 min de leitura


A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA – IV/V
Leia a quarta parte da série de artigos sobre A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA.
4 de jun.38 min de leitura


A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA – III/V
Leia a terceira parte da série de artigos sobre A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA.
1 de jun.30 min de leitura


A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA – II/V
Segunda parte da série de artigos sobre A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA.
27 de mai.35 min de leitura


CONSIDERAÇÕES SOBRE AS FONTES FILOSÓFICAS NA MAÇONARIA
Através de um levantamento exegético das fontes, demonstra-se que a Maçonaria exige de seus iniciados uma autêntica "atitude filosófica" focada na superação do senso comum e na aquisição do hábito da virtude por meio do livre-arbítrio e da razão.
25 de mai.9 min de leitura


A LITERATURA COMO FERRAMENTA PARA A COMPREENSÃO DA ARTE REAL NA MAÇONARIA ESPECULATIVA
O artigo discute a natureza e a evolução da Maçonaria, com foco na fase Especulativa e na busca pelo autoaperfeiçoamento. A palavra "especular" é analisada a partir de sua origem, significando "contemplar" ou "ver o divino", e não algo abstrato ou distante da realidade.
22 de mai.38 min de leitura


O QUE DIZER APÓS A APRESENTAÇÃO DE UMA PRANCHA
É sobre o que ocorre imediatamente após esse momento, o comentário pós-exposição, que o presente ensaio se debruça. Trata-se de um fenômeno pouco estudado, tanto na literatura produzida pelos próprios maçons quanto na pesquisa acadêmica sobre o fenômeno maçônico.
20 de mai.6 min de leitura


A QUESTÃO TEMPLÁRIA NA MAÇONARIA – I/V
A questão templária está umbilicalmente ligada e, em alguns casos, chega mesmo a ser elemento estrutural de Ritos Maçônicos; assim, muitas vezes, quando os Templários não estão sob o foco dos estudos e das pesquisas, margeiam como coadjuvantes (simbólicos) relevantes; entre outros motivos, porque o tema não é livre de controvérsias.
19 de mai.32 min de leitura


MAÇONARIA – PARA ALÉM DA ESTREITA PERSPECTIVA DOS RITOS
Este ensaio, analítico-crítico, procura demonstrar as insuficiências dos Ritos, quando tratados isoladamente, para a formação de um entendimento histórico-compreensivo acerca da Ordem, mesmo se considerado o curso de toda a trajetória do Iniciado-maçom.
17 de mai.53 min de leitura


A ABOLIÇÃO DOS ESCRAVOS E A MAÇONARIA
Por Almir Sant’Anna Cruz A ABOLIÇÃO DOS ESCRAVOS E A MAÇONARIA Imagem ilustrativa gerada por IA Para o reconhecimento da Independência do Brasil pela Inglaterra, então a maior potência mundial, foi firmado um acordo que estabelecia o fim da escravidão no país a médio prazo. Essa cláusula não era de conteúdo humanitário e sim econômico, pois a Inglaterra, como maior potência industrial da época, entendia que os escravos, como empregados assalariados, aumentariam a demanda po
13 de mai.2 min de leitura


O PÉ ESQUERDO NA ANTIGUIDADE E NA MAÇONARIA
Um dos principais ensinamentos maçônicos é de que, para se realizar qualquer trabalho, deve-se empregar com equilíbrio três diferentes energias: Força, Vontade e Inteligência.
11 de mai.2 min de leitura


A MATEMÁTICA DA BELEZA
Por trás das grandes obras humanas, como os templos, catedrais, colunas, arcos, rosáceas e abóbadas, quase sempre repousa uma antiga mestra, a matemática. Não a matemática fria dos números sem alma, mas aquela ciência viva que mede o espaço para sugerir o espírito.
8 de mai.7 min de leitura


MAÇONARIA, ACOMODADA OU DESAFIADORA?
A mudança é uma contingência irrefragável da vida. Na psicologia muito se debate acerca da continuidade do “eu” ao longo da vida, em que pesem as múltiplas mudanças físicas pelas quais passamos ao longo de nossa evolução biológica. Ou seja, como disse Heráclito: “Nada é permanente, exceto a mudança.”
5 de mai.7 min de leitura


SEGUNDA EDIÇÃO DO LIVRO INTRODUÇÃO AO RITO DE YORK
O Livro INTRODUÇÃO AO RITO DE YORK: AS BLUE LODGES, escrito por Izautonio da Silva Machado Junior chega agora à sua segunda edição. Garanta já o seu exemplar com preço promocional válido somente até 31/05/26.
Receba gratuitamente uma amostra da 2ª edição do livro.
4 de mai.2 min de leitura


O TRABALHO
Um dos principais ensinamentos maçônicos é de que, para se realizar qualquer trabalho, deve-se empregar com equilíbrio três diferentes energias: Força, Vontade e Inteligência.
1 de mai.2 min de leitura


A VERDADE ENTRE O ESQUADRO E O VÉU
Há mentiras que entram no mundo de luvas brancas. Não gritam, não ferem à primeira vista, não carregam punhal à mostra. Alguns as chamam de “piedade”, “prudência”, “delicadeza”, “proteção”. Exatamente por isso, são as mais perigosas.
29 de abr.9 min de leitura


A EVOLUÇÃO DO PAINEL DO GRAU DE APRENDIZ: DA PRÁTICA OPERATIVA À SISTEMATIZAÇÃO SIMBÓLICA ESPECULATIVA
A compreensão do painel do grau de aprendiz exige o retorno às suas origens operativas, a transmissão do conhecimento ocorria por meio de práticas essencialmente visuais e diretas, nas quais os mestres utilizavam desenhos traçados no solo ou em superfícies provisórias para orientar o trabalho e instruir os aprendizes.
28 de abr.4 min de leitura


MICHAEL WINETZKI, O MESTRE GENTIL
Por Jorge Antônio Vieira Gonçalves
Para além da dor e da saudade, Michael Winetzki permanecerá vivo nos vários livros e artigos que escreveu, nos irmãos que incentivou, nas palestras que transformou em atos de generosidade e na memória viva de quem representou a Maçonaria de forma extraordinária.
27 de abr.2 min de leitura


A ILUSÃO DO AVANÇO
Por Georges Mayrink
O verdadeiro crescimento é interno, silencioso, muitas vezes imperceptível aos olhos alheios. Aqueles que, ávidos por galgar novos graus, tentam “crescer” antes de terem feito o trabalho de desbastar suas PP.'. BB.'., correm o risco de desenvolver raízes rasas.
24 de abr.4 min de leitura


LANDMARKS – REFLEXÕES NECESSÁRIAS
Por José Darci Pereira Morsch Soares
Muito já se tem escrito sobre os polêmicos e tão reverenciados Landmarks, mas penso não ser demasiada uma tentativa de mais uma visão crítica, como pretendo que esta o seja.
23 de abr.14 min de leitura


O MISTÉRIO DOS NÚMEROS 3, 7 E 12
Os números 3, 7 e 12 não devem ser lidos como fórmulas mágicas nem como simples curiosidades aritméticas. O que lhes confere permanência é a capacidade de condensar experiências humanas fundamentais. O três, a estrutura; o sete, a consumação; o doze, a ordem comunitária.
22 de abr.5 min de leitura


INTEGRIDADE UM CONSTRUTO AINDA A SER EXPLORADO E MELHOR COMPREENDIDO
Por Ivan A. Pinheiro
Já há tempos, direta ou indiretamente, ora mediante a produção textual, ora pela oferta de palestras, seminários ou orientações, tenho promovido no ambiente maçônico reflexões acerca do tema-título deste texto; um fato novo, a Portaria CNPq nº 2.664, de 6 de março de 2026, que instituiu a “Política de Integridade na Atividade Científica do CNPq” (Brasil, 2026), oportunizou que, a ele, ora retorne.
16 de abr.14 min de leitura


HISTÓRIA DA MAÇONARIA: DO MAÇO AO MALHETE
Por Izautonio Machado
Você já viu malhetes em tribunais e parlamentos. Mas, se ele nunca foi um instrumento dos maçons operativos, como, então, o malhete foi parar na loja?
13 de abr.1 min de leitura


A CORAGEM NA MAÇONARIA: A VIRTUDE QUE CONDUZ AO PROGRESSO
Por Izautonio Machado
Na Maçonaria, o aperfeiçoamento contínuo do indivíduo é um objetivo central. No entanto, esse processo exige que o maçom tenha Coragem de enfrentar suas próprias limitações, reconhecer suas fraquezas, encarar seus vícios e trabalhar incessantemente para superá-los.
6 de abr.4 min de leitura


ROSAE CRUCIS
Por Lucas do Couto Santana
O texto poético versa sobre o simbolismo espiritual e iniciático da Rosa-Cruz, com ênfase na transmutação da alma através do sacrifício e na fé inabalável.
3 de abr.4 min de leitura


PÁSCOA NA MAÇONARIA: O SIGNIFICADO DA SESSÃO DE ENDOENÇAS NO REAA
Por Vanderlei Coelho
Descubra o significado da Sessão de Endoenças no Rito Escocês Antigo e Aceito, a ligação do Cavaleiro Rosa-Cruz com a Páscoa e a simbologia do pelicano no Grau 18.
2 de abr.1 min de leitura


DESAGULIERS, PAI DA MAÇONARIA ESPECULATIVA MODERNA
Por Izautonio da Silva Machado Junior
John Theophilus Desaguliers (1683–1744) foi um notável cientista, inventor, engenheiro, filósofo natural, palestrante, professor, poeta, escritor, tradutor, poliglota, clérigo e maçom etc. Ele era, portanto, um polímata, ou seja, alguém com domínio em diversas áreas do conhecimento.
30 de mar.9 min de leitura
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