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A REGULARIDADE DA FRATERNIDADE

  • há 2 minutos
  • 11 min de leitura

 

Por Geraldo Marcelo Lemos Gonçalves[1]



A REGULARIDADE DA FRATERNIDADE

Uma reflexão sobre regularidade, identidade e tradição

na Maçonaria Regular Ortodoxa

 

 

 

“O ar não tem dono, homem algum pode reivindicar sua posse, nem instituição alguma pode represá-lo. Permanece difuso e vital exatamente porque é precondição para a vida. O mesmo ocorre com a fraternidade. Ela não pertence à Maçonaria, a uma Potência, a um Rito ou a uma Obediência. Pertence ao gênero humano.”

 

Benedito Marques Ballouk Filho[2]

 

Toda grande instituição germina para salvaguardar algo que lhe é antecedente.

 

O Estado não concebeu a justiça; buscou normatizá-la. As religiões não inventaram o sagrado; deram-lhe linguagem, liturgia e vida comunitária. A universidade não engendrou o conhecimento; constituiu-se em solo fértil para sua conservação, difusão e progresso. A própria ciência não criou a verdade; formulou um método para buscá-la.

 

Fenômeno análogo desenrola-se na Maçonaria.

 

Muito antes da “dita primeira” Loja especulativa abrir seus trabalhos sob os céus de Londres, muito antes do Pastor James Anderson[3] compilar suas Constituições (1723), e muito antes de se erguerem ritos, Landmarks ou complexos sistemas de reconhecimento jurisdicional, os homens já identificavam, uns nos outros, a mesma dignidade essencial. A fraternidade preexistia à Ordem porque pertence a uma realidade muito anterior a qualquer engenho humano: integra a própria essência do homem enquanto ser social.

 

Tal percepção não representa novidade no terreno filosófico. Aristóteles já afirmava que o homem só realiza plenamente sua natureza na convivência política com seus semelhantes, sob pena de ser “uma besta ou um deus”. Séculos mais tarde, Cícero registraria que a natureza entrelaçou os homens por um elo comum de sociabilidade, ao passo que o cristianismo converteria essa intuição em imperativo ético, proclamando a fraternidade universal sob o fundamento de uma mesma origem e vocação espiritual.

 

Não por acaso, quando o Iluminismo passou a redesenhar a arquitetura do pensamento europeu, a fraternidade reemergiu como pilar fundamental da nova antropologia política. A célebre tríade “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” não se reduziu a um mero dístico revolucionário; consagrou a certeza de que nenhuma sociedade se torna verdadeiramente justa sem reconhecer a solidariedade vincular entre seus membros.

 

Foi nesse efervescente caldo de cultura que a Maçonaria moderna floresceu.

 

Como bem observa Margaret Jacob:

“as Lojas do século XVIII atuaram como decisivos laboratórios de sociabilidade no Iluminismo europeu. Em seus templos, homens de distintas profissões, extratos sociais e posições políticas encontravam um santuário no qual a convivência se pautava menos pelos títulos profanos do que pela condição compartilhada de iniciados.”

 

David Stevenson, em perspectiva complementar, demonstra como a Maçonaria especulativa nasceu da confluência entre as antigas corporações de ofício, a cultura urbana florescente e os ideais modernos de civilidade.

 

Há, contudo, um vetor frequentemente negligenciado pela historiografia: a Maçonaria não inventou a fraternidade. Ela a reconheceu, cultivou-a, cobriu-a de véus simbólicos e converteu-a em método pedagógico. Jamais, porém, poderia reivindicar a sua autoria. Trata-se de uma distinção sutil, mas de profundas consequências filosóficas.

 

Os graus, os ritos, as constituições e os Landmarks pertencem à Maçonaria. A fraternidade, no entanto, pertence à humanidade.

 

Ela pode florescer no seio de um lar que jamais ouviu falar da Arte Real. Pode manifestar-se no desvelo do corpo médico durante uma epidemia, na Trégua de Natal de 1914[4], na doação anônima que sacia a fome dos desvalidos ou no gesto desinteressado de estranhos que se amparam.

 

A Maçonaria não detém o monopólio da fraternidade; oferece-lhe, quando muito, um espaço privilegiado de apuramento. Desse preceito deriva uma consequência incontornável: se a fraternidade antecede a própria Ordem, ela não depende da Maçonaria para existir.

 

Cabe, no entanto, indagar a proposição inversa: pode a Maçonaria subsistir sem a fraternidade?

 

A resposta parece esquiva àqueles que reduzem a identidade maçônica a meros arranjos burocráticos. Toda tradição secular enfrenta o dilema de como preservar sua essência sem se fossilizar perante as transformações históricas. Poucas instituições vivenciaram essa tensão de forma tão aguda quanto a nossa Ordem.

 

O alvorecer do século XVIII presenciou intensa ebulição. Lojas multiplicavam-se em parte da Europa. Tradições operativas amalgamavam-se a releituras especulativas; graus emergiam, rituais eram reformulados e facções disputavam a genuína sucessão da Arte Real. Esse cenário, por um lado fecundo, carregava inevitável instabilidade.

A fundação da Grande Loja de Londres e Westminster, em 1717, constituiu o esforço de converter essa dispersão em um corpo institucional coeso. As Constituições de Anderson, editadas em 1723, ultrapassaram a mera codificação regulamentar; moldaram uma narrativa capaz de conferir à jovem Maçonaria especulativa a consciência de sua continuidade histórica.

 

A regularidade emergiu desse contexto não como dogma metafísico ou prerrogativa espiritual, mas como resposta histórica a um imperativo prático: cumpria separar a transmissão iniciática legítima da improvisação profana, salvaguardando a tradição sem sufocar a vitalidade.

 

Quando Albert Gallatin Mackey[5] codificou os Landmarks no século XIX, buscou discernir precisamente os elementos invioláveis ao desgaste dos tempos, o objetivo foi alcançado, a Ordem atravessou as intempéries da história.

 

Sob essa ótica, a regularidade desempenhou papel fundamental. Foi por meio dela que a Maçonaria se expandiu globalmente mantendo sua coerência simbólica.

 

Todavia, as construções institucionais sujeitam-se ao fenômeno diagnosticado por António Manuel Hespanha no campo do direito: “com o transcorrer do tempo, os instrumentos criados para servir a determinada finalidade tendem a adquirir autonomia, convertendo-se em fins em si mesmos.”

 

Em suma, os meios arriscam-se a eclipsar os fins. Tal reflexão ilumina a Maçonaria contemporânea. Se a regularidade foi concebida para tutelar a tradição, jamais poderá substituí-la. Se nasceu para resguardar a identidade da Ordem, não pode hipertrofiar-se a ponto de anular o conteúdo que protege. É nesse limiar que a fraternidade reemerge, não como ornamento moral, mas como pedra de toque para a hermenêutica do próprio conceito de regularidade.

 

Toda arquitetura repousa sobre um aparente paradoxo. O olhar profano deslumbra-se com a imponência das pedras, das colunas, dos arcos e das abóbadas, contudo raramente percebe o elemento velado que sustenta toda essa estrutura. A argamassa oculta-se no leito entre os blocos; não atrai elogios nem desperta admiração estética, contudo, sem ela, o edifício converte-se em mera pilha de elementos dispersos.

 

Sem a argamassa, cada pedra preservaria sua higidez individual, mas o Templo jamais se ergueria.

 

A simbologia maçônica devota primazia à arte de edificar. O Templo de Salomão, o instrumental do canteiro, a pedra bruta, a pedra polida e a invocação do Grande Arquiteto do Universo (que é o Deus do seu coração) recordam que a iniciação é uma contínua construção interior. Desde o limiar da jornada, o obreiro aprende que sua tarefa primordial consiste em burilar a própria alma, desbastando as arestas da ignorância e da paixão.

 

Essa pedagogia, todavia, volta-se quase inteiramente às pedras. Raras vezes se investiga aquilo que as une, talvez pela obviedade da resposta, ou porque a verdadeira argamassa da construção não pertence ao domínio do cinzel, mas à dimensão da ética.

 

Os mestres construtores do passado sabiam que a pedra mais bem lavrada de nada serviria se colocada em justa posição sem um liame capaz de integrá-la ao conjunto. A perfeição isolada não substitui a harmonia da estrutura.

 

O mesmo se dá na Maçonaria. Cada Irmão trabalha sua pedra bruta; cada Loja desdobra sua vida ritualística; cada Potência gere seu ordenamento; cada Rito guarda seus mistérios. Tudo isso tem um inegável valor. Todavia, nenhuma dessas instâncias basta para erigir, por si só, aquilo que denominamos Ordem.

 

A Maçonaria jamais se reduziu a um ajuntamento de individualidades virtuosas, sempre aspirou a constituir uma fraternidade iniciática. E comunidade alguma se sustenta unicamente pelo brilho solitário de seus quadros.

 

Sustenta-se pelo vínculo, é na natureza desse elo que a fraternidade revela sua densidade. Ela não anula as diferenças, não uniformiza o pensamento nem exige concordância irrestrita. Ao contrário: a verdadeira fraternidade pressupõe a alteridade. Floresce precisamente no reconhecimento do valor daquele que difere de nós.

 

Esse imperativo transparece na Maçonaria Regular Ortodoxa. Em diferentes latitudes, homens reúnem-se sob Ritos diversos, expressam-se em múltiplos idiomas e vivenciam variadas realidades sociopolíticas, não obstante, reconhecem-se como elos de uma mesma corrente iniciática. Não porque tenham erradicado suas particularidades, mas porque souberam sublimá-las em favor de um patrimônio comum. A unidade jamais exigiu a uniformidade, a pluralidade nunca comprometeu a essência.

 

Essa harmonização entre o uno e o diverso permitiu à Ordem atravessar mais de três séculos de transformações culturais. Todavia, toda essa estrutura depende de uma virtude que regulamento algum consegue decretar. Estatutos delimitam competências, regimentos disciplinam ritos e Landmarks resguardam balizas; nada disso, porém, possui o condão de gerar amor fraterno.

 

A fraternidade habita a esfera da liberdade. Brota de um compromisso de consciência que a norma não pode extorquir. Subsiste onde faltam leis e pode desvanecer onde abundam regulamentos. Eis o paradoxo da experiência maçônica: quanto mais suntuosa a máquina administrativa, maior o risco de se esquecer que a instituição existe para servir a um propósito transcendente.

 

As instituições tendem organicamente à autopreservação. Os homens, contudo, não batem às portas do Templo para preservar estruturas, mas para se aperfeiçoarem. Quando esse horizonte se obscurece, os meios eclipsam os fins: o cargo suplanta o serviço; o título avantaja-se à virtude; o reconhecimento formal prevalece sobre o abraço sincero; e a regularidade cartesiana torna-se mais cara do que a própria fraternidade. Nesse instante, embora as colunas permaneçam eretas, o Templo despoja-se interiormente de seu sagrado conteúdo.

 

Por essa razão, a síntese do Irmão Benedito Marques Ballouk Filho transcende a mera estrofe literária. Ao comparar a fraternidade ao ar que respiramos, o ilustre Maçom oferece uma potente alegoria.

“O ar não tem dono, homem algum pode reivindicar sua posse, nem instituição alguma pode represá-lo. Permanece difuso e vital exatamente porque é precondição para a vida. O mesmo ocorre com a fraternidade. Ela não pertence à Maçonaria, a uma Potência, a um Rito ou a uma Obediência. Pertence ao gênero humano.”

 

Daí a razão pela qual a Maçonaria não a inventou; coube-lhe tão somente reconhecê-la, cultivá-la e transmiti-la como o mais valioso dos seus segredos. Compreendida nessa dimensão, a fraternidade deixa de ser um adorno ético para se converter na própria atmosfera moral fora da qual a iniciação definha.

 

Sem a argamassa invisível, os símbolos emudecem, a liturgia reduz-se à representação cênica e as Constituições tornam-se letra morta. Pois nenhum templo se mantém coeso unicamente pela rigidez das pedras. Construir a fraternidade humana: eis a obra inacabada que justifica o nosso labor.

 

A história das instituições ensina que os mecanismos criados para salvaguardar determinados valores podem, com o passar dos séculos, hipertrofiar-se até sufocar os próprios princípios que deveriam proteger. Códigos tornam-se mais lembrados do que o ideal de justiça; formas sobrevivem como cascas vazias quando o espírito já se esvaiu.

 

Em mais de trezentos anos, a Ordem ergueu uma das mais sólidas arquiteturas institucionais da civilização ocidental. A sucessão iniciática, a regularidade e os sistemas de reconhecimento mútuo permitiram a preservação da Tradição através dos tempos. Trata-se de um patrimônio inestimável.

 

Entretanto, a longevidade das estruturas tende a criar uma ilusão de ótica. Aquilo que foi desenhado para proteger a Tradição arrisca-se a ocupá-la. A intenção deste ensaio não é relativizar a regularidade ou questionar a autoridade dos Landmarks, mas analisar se não existe um fundamento ainda mais vetusto e primordial.


Nessa seara, sobressai a posição singular da fraternidade, ela não nasceu com Anderson em 1717, não foi catalogada por Mackey, nem depende de chancelas diplomáticas. Sua existência preexiste a essas elaborações humanas, a fraternidade pertence ao patrimônio espiritual da humanidade, e é por isso que ela não precisa da Maçonaria para subsistir.

 

Muito antes do advento das Lojas Especulativas, seres humanos já se reconheciam em solidariedade. Famílias, comunidades e corporações vivenciaram o amor fraterno séculos antes da escrita das primeiras constituições maçônicas.

 

A recíproca, todavia, é implacável: a Maçonaria necessita vitalmente da fraternidade para continuar sendo Maçonaria. Sem ela, os símbolos convertem-se em alegorias estéreis, os rituais em encenações vazias, os graus em vaidades honoríficas e a regularidade em mera burocracia jurisdicional. Preserva-se o esqueleto da organização, contudo esvai-se a alma da Ordem.

 

A lição do Irmão Ballouk Filho desloca o eixo do debate da esfera administrativa para a dimensão existencial. O ar não sobressai pela forma, mas pela necessidade vital. A fraternidade é a atmosfera ética na qual o aperfeiçoamento moral se torna viável. Não se compra, não se vende, não se outorga e não se monopoliza.

 

Cabe-nos, pois, revisitar a própria noção de Landmark. Durante séculos indagamos quais regras deveriam permanecer imutáveis para resguardar a identidade da Ordem. Talvez a pergunta crucial seja outra: qual realidade, se extinta, faria a Maçonaria ruir interiormente?

 

A resposta não reside unicamente nos ritos ou nas estruturas administrativas, mas na capacidade de reconhecer um Irmão antes de olhar para a sua jurisdição; na disposição de servir antes de almejar o mando; e na consciência de que o burilamento da pedra bruta só alcança a plenitude ao se converter em bem coletivo.

 

Se assim é, a fraternidade não representa apenas uma das virtudes maçônicas, constitui a sua própria condição de possibilidade de existência. É o fundamento oculto que sustenta o edifício, o verdadeiro e supremo Landmark da Arte Real.


Tal proposição não visa substituir os marcos consagrados pela Tradição, tampouco abalar os pilares da Maçonaria Regular Mundial. Mas se faz necessário reconhecer que a regularidade preserva o corpo da Ordem; a fraternidade preserva-lhe a alma. Conciliadas, a Tradição permanece viva. Dissociadas, a instituição arrisca-se a guardar a forma enquanto perde, imperceptivelmente, a sua essência.

 

Eis a grande lição da nossa história. Potências reorganizam-se, constituições são reformadas, ritos evoluem e fronteiras jurisdicionais alteram-se com o fluxo dos séculos. Tudo isso pertence ao domínio do tempo. A fraternidade, contudo, habita o atemporal.

 

As pedras envelhecem, os templos materiais sofrem a ação dos elementos e os homens cumprem sua jornada terrestre. Todavia, toda vez que um ser humano estende a mão a seu semelhante sem indagar-lhe a origem, a crença, o rito ou o grau, a verdadeira Obra recomeça (Figura 01).

 

Não a edificação dos templos de pedra, que o tempo inevitavelmente reduz ao pó, mas aquela construção silenciosa que nenhum calendário consegue datar, nenhum decreto pode impor e autoridade alguma é capaz de interromper: a construção permanente da Fraternidade Humana.

 

A REGULARIDADE DA FRATERNIDADE
Figura 01: A Ordem[6].

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDERSON, James. The constitutions of the free-masons: containing the history, charges, regulations, etc., of that most ancient and right worshipful fraternity. London: William Hunter, 1723.

ARISTÓTELES. Política. Tradução de Mário da Gama Kury. 3. ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1997.

BALLOUK FILHO, Benedito Marques. Reflexão textual proferida em conversa particular em um aplicativo de relacionamento social, utilizada com autorização do autor.

BROWN, Malcolm; SEATON, Shirley. Christmas Truce: the Western Front, December 1914. London: Pan Books, 2001.

CÍCERO, Marco Túlio. Dos deveres (De Officiis). Tradução de Angélica Chiappetta. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

HESPANHA, António Manuel. Cultura jurídica europeia: síntese de um milénio. Coimbra: Almedina, 2012.

HESPANHA, António Manuel. O caleidoscópio do direito: o direito e a justiça nos dias e no mundo de hoje. Coimbra: Almedina, 2009.

HESPANHA, António Manuel. Panorama histórico da cultura jurídica europeia. Mem Martins: Europa-América, 1997.

JACOB, Margaret C. Living the Enlightenment: Freemasonry and politics in eighteenth-century Europe. New York: Oxford University Press, 1991.

MACKEY, Albert Gallatin. Encyclopedia of Freemasonry and its kindred sciences. Chicago: Masonic History Company, 1917.

MACKEY, Albert Gallatin. The principles of masonic law. New York: Clark & Maynard, 1856.

REALE, Miguel. Filosofia do direito. 20. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.

RICOEUR, Paul. O si-mesmo como um outro. Campinas: Papirus, 1991.

SENNETT, Richard. Juntos: os rituais, os prazeres e a política da cooperação. Rio de Janeiro: Record, 2012.

STEVENSON, David. The origins of freemasonry: Scotland's century, 1590–1710. Cambridge: Cambridge University Press, 1988.

TODOROV, Tzvetan. O espírito das Luzes. São Paulo: Barcarolla, 2008.


Notas de rodapé

[1]  Bacharel em Odontologia (UFVJM, 1999), Especialista em Odontopediatria (UFVJM, 2003), Especialista

em Ortodontia (UFVJM, 2010), Especialista em Implantodontia (UNIASSELVI, 2013), Habilitação em

Sedação Consciente e Analgesia Inalatória (ABRASCO, 2015), Especialista em Maçonologia: História e

Filosofia (UNINTER, 2018), Bacharel em Administração de Empresas (UNINTER, 2022), Mestre em

Prótese Dental (SLMANDIC, 2023), acadêmico de História (UNINTER). Mestre Maçom Instalado,

Membro da A. R. L. M. Estrela Maior de Turmalina nº 243 do G. O. M. G., Membro Correspondente da

A.R.L.S. Virtual Lux in Tenebris n° 47 da G. L. O. M. A. R. O. N., Grau 13 do R. E. A. A., M. E. do Real Arco e

Membro da AMVBL cadeia 45.

[2] Grão-Mestre Ad Vitam do GOSP (Grande Oriente de São Paulo).

[3] James Anderson (AberdeenEscócia 1679 - Londres 1739).

[4] Trégua de Natal de 1914: cessar-fogo espontâneo e não oficial ocorrido na Frente Ocidental (região de Ypres, Bélgica) durante a Primeira Guerra Mundial. Na ocasião, soldados britânicos e alemães interromperam os combates para confraternizar, trocar mantimentos e sepultar os mortos na "terra de ninguém". O evento foi proibido e rigidamente reprimido pelos altos comandos militares nos anos seguintes da guerra.

[5] Mackey, Albert Gallatin (1807–1881): médico, historiador e escritor estadunidense, reconhecido como um dos autores mais influentes da literatura maçônica no século XIX.

[6] Imagem gerada por IA.

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