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ÓCIO CRIATIVO À LUZ DA MAÇONARIA

  • há 5 dias
  • 11 min de leitura

Por Claudio Alvim Zanini Pinter[1]


ÓCIO CRIATIVO À LUZ DA MAÇONARIA


ÓCIO CRIATIVO À LUZ DA MAÇONARIA
Imagem ilustrativa gerada por IA

INTRODUÇÃO

 A indicação de um trabalho de pesquisa sobre o Ócio Criativo não veio por acaso. Havia um certo desconforto na minha mente quando refletia sobre o tema e se verdadeiramente estava conseguindo conciliar trabalho, família, aprendizado e lazer de maneira eficaz em função da correria do dia a dia.

 

O primeiro nome que passou pela memória foi do autor sociólogo italiano Domênico de Masi da obra Ócio Criativo. E passamos a reler a obra... Para nortear esta pesquisa, apresenta-se: o objetivo geral que é descrever o significado do ócio criativo à luz da Maçonaria. Os objetivos específicos são: selecionar bibliografias a respeito do tema; resgatar a história do tema; apresentar algumas características do ócio criativo; estimular a reflexão e a prática cotidiana deste estudo de acordo com as características pessoais e profissionais de cada irmão à luz dos conhecimentos maçônicos. A metodologia adotada é através da pesquisa bibliográfica, palestras e/ou vídeos sobre o tema.

 

Em razão do modelo padrão que vem sendo adotado pela sociedade atual, tem-se elevado o nível de conforto, resultado do avanço tecnológico. No entanto, as exigências profissionais no trabalho 1, trabalho 2, trabalho 3, e assim sucessivamente, vem sugando o bem mais precioso do ser humano: a saúde e o tempo.

 

Com o dinheiro ganho das horas prolongadas do trabalho, o indivíduo pode usufruir um conforto maior, focado na qualidade de vida. Vida esta, muitas vezes, abreviada pelo excesso que o indivíduo por “n” razões decidiu encarar, quer por insegurança ou ganância. Mas o tempo ele não conseguirá comprar. Eis o desafio, de colocar em prática os conhecimentos adquiridos no grau de aprendiz pelo uso correto da régua de 24 polegadas.

 

Neste sentido, questiona-se: como está sendo praticado o ócio criativo na sua vida? Para responder esta pergunta vamos fazer uma viagem V.'.I.'.T.'.R.'.I.'.O.'.L.'. (Visita Interiora terrae, rectificando que, invenies occultum lapidem) que significa “visita o interior da terra e, retificando-te, encontrarás a pedra oculta”, à luz do conhecimento iniciático. 


ORIGENS E CONCEITUAÇÃO BÁSICA DO ÓCIO CRIATIVO

 

O que é Ócio Criativo?

 

O primeiro passo é discernir sobre o seu real significado, uma vez que Domênico de Masi, em sua obra Ócio Criativo, encontrou no dicionário, 15 sinônimos da palavra ócio, classificando em três categorias: Significado Positivo (lazer, trabalho mental suave e repouso); Significado Neutro (inércia, inatividade, inação e divagação) e Significado Negativo (mândia, debilidade, acídia, preguiça, negligência, improdutividade e desocupação).

 

No grego arcaico, ócio tem o sentido de escole, cujo significado é escola. Enquanto que no latim, ócio (otium), voltado ao trabalho intelectual, oposição ao Negócio (nec-otium, negação do otium), destinado ao trabalho de subsistência.

 

Já a criatividade, etimologia do Latim, no HOUAISS, 2000:

Criatividade: 1. Qualidade ou característica do que é criativo (talento). 2. Que se distingue pela aptidão intelectual para criar (diz-se indivíduo); criador inovador (aluno). 3. Que se caracteriza pelo caráter inovador, original (ideia). A palavra criatividade vem do termo grego creatus, que significa literalmente criar. Assim como o termo “Meraki — do Grego, significa fazer algo com amor, com criatividade, com uma Alma”.

 

Por isso, o trabalho no novo Pramatha que vem edificar o mundo, vem exigindo um esforço maior do indivíduo na realização da obra do eterno na face da terra, através do caráter e da cultura para uma vida mais justa e fraterna a todos os irmãos, independente de raça, cor, situação financeira e religião. Portanto, ser criativo não é ser um aventureiro qualquer. Meu professor e orientador da tese de doutorado da Universidade de Leon, Espanha, Dr. Francisco Carantoña Alvarez dizia: “estudiar es amargo, pero sus frutos sun doces”. Referendando Professor Henrique de Souza, “O verdadeiro homem é aquele que não fica radicado nas mesmas ideias.” Para a pedra ser polida, não basta passar a mão e alisar.

 

Assim é o ser humano, que caminha na vereda da iniciação que é capaz de superar as mazelas e “pancadas” recebidas e transformá-las em energia que culmina com sua iluminação.

 

Consoante a criatividade, Albert Szent-Györgyi, ganhador do Prêmio Nobel de medicina em 1937 disse: “Descobrir consiste em olhar para o que todo mundo está vendo e pensar uma coisa diferente.” Oech (1983, p.61) registra a experiência de um cliente que incorporou na filosofia o lema: “Aqui, todas as normas podem ser desobedecidas. Menos esta”. Este paradigma serve para o desbloqueio mental.

 

O autor ainda descreve que “o pensamento criativo não é só construtivo. Pode ser destrutivo também”. A mente precisa estar aberta para a quebra de padrões pré-estabelecidos. E criar algo novo que seja sublime em sua essência. De acordo com Santos Neto (1999):

Na Grécia antiga, havia dois conceitos para o trabalho: “ponos”, seria o trabalho realizado pelos escravos, no sentido de punição. E o outro, denominado “ergon”, representava o trabalho realizado pelo homem livre. Daí o caráter científico, filosófico e artístico. Contudo, o sentido do trabalho do aprendiz tem que estar relacionado com uma gama de valores quanti/qualitativos, mais precisamente com o ergon.

 

Segundo o professor Henrique José de Souza, Fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, “A humanidade é infeliz por ter feito do trabalho um sacrifício, e do amor um pecado”. Isso tem que mudar. Portanto, o trabalho tem que ser realizado com entusiasmo, com vontade e com garra.

 

O tempo é igual para todas as pessoas, independente de raça, sexo, credo, religião ou situação financeira. Tem que ser gasto de forma racional. Não pode ser guardado. É bom lembrar da parábola dos talentos que o Senhor recomenda multiplicá-los e condena a quem por medo, preguiça ou insegurança, for enterrar ou esconder. MATHEUS, (Capítulo 25, versículos 14 a 30).

 

A predominância dos sinônimos negativos sobre o ócio deve-se a influência das Igrejas católica, calvinista e luterana, bem como da educação familiar e educacional que focam 400% a mais para as horas do trabalho, que corresponde a 80 mil horas (cerca de 30 anos, considerando-se 220h de trabalho mensal) do que as 400 mil horas para a ausência do trabalho. (DE MASI, 2000).

 

Referendando a Bíblia Sagrada, na passagem que o Senhor disse a Adão e Eva quando foram expulsos do paraíso, tem-se: “Ide e ganhai o pão com o suor do vosso rosto”. Que seria o trabalho como sentido de punição. Já em Eclesiástico (Capítulo 33, versículo 28) temos o seguinte registro: “Mande-o trabalhar, para que não fique ocioso, porque a ociosidade ensina muitos males”. Talvez seja por isso que hoje é muito comum a expressão popular “mente vazia oficina do diabo”.

 

A Revolução Industrial (1760) que teve início na Inglaterra tem como base a transição dos processos artesanais para a produção com máquinas. Espalhou-se pela Europa ocidental e Estados Unidos da América, incentivando o êxodo rural para obter mão de obra para as indústrias. Fica evidenciado o trabalho robótico, repetitivo destinado aos operários do chão de fábrica, distinto dos homens que “pensam” e ocupam os cargos de chefia. Uma clara divisão do ócio e do negócio, como já visto anteriormente.

 

No princípio budista da ética no trabalho, consta dois pensamentos os quais destacamos: “A produtividade é uma maneira de praticar a virtude”. SHIBUSAWA EIICHI, samurai sob o último dos Soguns Tokugawas, 1610”. Ainda na tradição japonesa, temos a frase de Yamamoto Shichihei, sholar que afirma” não trabalhar significa que a pessoa não está prestando seus serviços ao Buda”. 

 

Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo dia (trabalho e ócio). Por isso, não resta dúvida alguma da necessidade do trabalho ser compensando com o “descanso” para renovar as energias, libertar-se do stress cotidiano e aumentar sua criatividade, indispensável para uma melhor qualidade de vida.

 

Abraham Maslow, idealizador da pirâmide das necessidades: fisiológicas, segurança, sociais e de autorrealização enfatiza que a partir do alcance de uma necessidade na hierarquia apresentada, outra necessidade aparece para ser conquistada. A última hierarquia será contínua e permanente, pois sempre terá um desejo a mais para satisfazê-la. De acordo com a filosofia das idades, a predominância dos desejos recai sobre os seres em estado evolucional, que em sânscrito, língua falada na antiga Índia é denominado de Kama Rupas. Kama (significa desejos, sensualismo, luxúrias) e Rupas (forma). Cada tipo de desejo possui suas formas próprias.

 

O seu tempo livre pode ser destinado a criação de devas (anjos) ou demônios. A decisão está em suas mãos (ações) e na sua mente (pensamento e razão). Já dizia Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo”. Enfim, o homem tem que dominar o seu maior inimigo que é ele próprio.


ÓCIO CRIATIVO E A RÉGUA DE 24 POLEGADAS OU O DIA DE 86400 SEGUNDOS


Nós, maçons, por nos considerarmos homens livres e de bons costumes, aprendemos no primeiro grau da maçonaria os instrumentos do aprendiz, entre eles, destacamos a régua de 24 polegadas, a qual pretendo quantificar em 86400 segundos diários.

 

O uso eficaz da régua de 24 polegadas, oportuniza os primeiros passos na adoção das premissas do Ócio Criativo, de acordo com a abordagem de Domênico de Masi.

 

Referendando os antigos mistérios iniciáticos da cosmogênese, onde o Pai está no Pai, O Pai está no filho, O filho está no Pai, O Pai está na Mãe... o androgenismo perfeito, o qual apresenta um modelo de integração e não de divisão. Significa em outras palavras que o homem poderá fazer o uso racional do tempo, contemplando algumas características essenciais para o seu crescimento e desenvolvimento pessoal, sistematicamente em cada atividade que planeje, desenvolva e execute.

 

Figura 1 - Interseção das Três Colunas: Sabedoria, Força e Beleza
Figura 1 - Interseção das Três Colunas: Sabedoria, Força e Beleza

O pedreiro poderá estar assentando pedras e cantando ao mesmo tempo. Trabalho, significa Ergon, dar oportunidade para a livre iniciativa, trabalho intelectual, artístico, dentre outros. Amar jamais poderá ser pecado. Isso faz parte do ócio.

 

A obra denominada A Terceira Onda, do autor Alvin Toffler, vem ao encontro deste tema, através da trajetória da Primeira Onda (Revolução Agrícola), da Segunda Onda (Revolução Industrial), da Terceira Onda (Era da Informação) e da Quarta Onda (Sustentabilidade e do Meio Ambiente) que são frutos do ócio criativo, ou seja, as grandes invenções.

 

Não é por acaso que, na maçonaria, os pilares da loja são: sabedoria, força e beleza. Se no dia a dia, em seu trabalho, o indivíduo focar apenas um dos pilares, como por exemplo a força, poderá até acumular riquezas em curto prazo, através do excesso da carga horária, trabalho contínuo e penoso, em detrimento do tempo com a família e do cuidado com sua saúde. Certamente, terá muito dinheiro para gastar, se possível, na sua velhice. Se for voltado ao pilar da beleza, consumirá todo seu tempo para sobressair seu brilho e chamar atenção de quem quer que seja. Não se preocupa com a equipe, afinal, o Eu é mais importante que o Todo. Cultua o corpo, passa horas na academia... É o verdadeiro Narciso.

 

Já o homem voltado ao pilar da sabedoria, saberá dosar cada pilar com espaço e tempo harmoniosos. Em outras palavras, o remédio na dose certa cura, ameniza, tranquiliza enquanto que na dose errada, transforma em veneno e mata.

 

De acordo com o filósofo Mário Sérgio Cortella que publicou a seguinte frase no jornal Folha de São Paulo (2000): “Não, nós não somos vagabundos. Vagabundo é quem não tem o que fazer; nós temos, só não o fazemos.”

 

Agora, amigo leitor, você poderá fazer silenciosamente a reflexão “minha culpa”, que para os católicos, significa ato penitencial, logo após a abertura da Missa. Ou em outras palavras o que muito lhe é dado, muito lhe será cobrado. Temos tempo, que de forma igualitária é distribuído pelo G.'.A.'.D.'.U.'. todos os dias de nossas vidas. Se não usarmos de forma adequada, seremos cobrados, quer pela família, empresa, sociedade... Sempre teremos justificativas que nem sempre serão verdadeiras. E nós sabemos disso! Mas como a Divindade é Justa e Perfeita, cai nossa máscara! Por isso, mantenha-se ALERTA!


O DESPERTAR DA CRIATIVIDADE SOB DOIS PRISMAS

 

O despertar da criatividade vem chamando a atenção de filósofos, sociólogos, psicólogos, neurocientistas, médicos, professores, pesquisadores, autores, atores e demais indivíduos de nossa sociedade. Se fôssemos relacionar e comentar as sugestões para acender a lâmpada interna, teríamos que escrever outro artigo. Consoante isso, vamos tentar refletir sobre dois prismas:

 

Criatividade sob o prisma das organizações - O despertar da criatividade nas organizações é constante, mediante palestras, cursos, oficinas e treinamentos. Os indivíduos que sobressaem são “premiados” para compensar sua contribuição com a competitividade, inovação, redução e custos da empresa frente aos concorrentes. Viagens a passeio, hotel fazenda, participação em shows, teatro, carros, bonificações, participação no lucro, dentre outros são a moeda de troca para o resultado deste desempenho. É notório que a robotização, fruto da era da inovação e da tecnologia, também vem gerando empregos, embora não na mesma proporção que os empregos já existentes que são “destruídos” pelo uso de máquinas com inteligência artificial (fruto do ócio criativo).

 

Um outro fator, de natureza econômica, deve-se ao valor da hora de trabalho. Enquanto que na Itália o trabalhador ganha em média 24,00 dólares, na Tailândia chega a 0,60 centavos de dólares.

 

Uma grande preocupação para o futuro próximo será a inserção dos profissionais qualificados e não qualificados para promover a expansão da riqueza, com crescimento e desenvolvimento sustentável.

 

Não podemos esquecer também que o robô vem poupando a vida de trabalhadores em locais perigosos e com alto índice de acidentes e/ou doenças vinculadas a repetição de atividades, inteligentemente apresentadas no filme “Tempos Modernos” de Charlie Chaplin.

 

Criatividade sob o prisma da espiritualidade - Separar o físico do espírito pode ser comparado a um carro sem o motorista. Se colocar em “ponto morto” ficará todo desgovernado... se estiver numa ribanceira qualquer empurrãozinho e ele cairá no precipício. Assim, o homem, precisa estar interconectado, inicialmente com o seu Deus interior, seguindo a trajetória VITRIOL, desabrochando para as questões duradouras e não passageiras no que se refere somente ao mundo material. O ócio criativo com ênfase na espiritualidade será um bálsamo contra amarras do ciclo atual. A obra de Jack Hawley intitulada O redespertar espiritual no trabalho: o poder do gerenciamento vem ao encontro desta reflexão, uma vez que o empresário independente do dogma religioso acredita que o trabalhador irá produzir mais e gerar maior lucro para a organização, se estiver harmoniosamente equilibrado.

 

No que se refere a criatividade ou brainstorming o professor Henrique José de Souza afirma: “Não mais admito que se diga tive uma ideia, porque no futuro a ideia será permanente no homem”.

 

Desta forma, a escola eubiótica é inteligentemente feliz ao despertar no neófito três características fundamentais na trilha iniciática: superação, transformação e metástase.

A Superação requer a força (um dos pilares da maçonaria) para transformar as tendências negativas em positivas. Isso requer vigilância constante dos sentidos.

 

Desejo de mudança de atitudes, pensamentos e ações. Transformação: saber lidar com as adversidades sem querer adotar da bandeira da vingança, da retaliação, da ira e do ódio.

 

O uso da beleza para iluminar o que cada filho do eterno tem em sua essência: a centelha divina. E finalmente a metástase, que na medicina tem o sentido negativo, quando se refere a uma doença como o câncer. Mas a metástase avatárica, ao qual estamos nos referindo, deve-se a irradiação plena de todo o ser.

 

A aplicação da Sabedoria nos pensamentos, atos e ações permitirá o indivíduo subir as escadas de Jacó, chegando ao estado maior de consciência denominado de Crístico ou Atmã. 

 

Mas se ainda lhe restar um minuto, nunca é tarde para começar a praticar o ócio criativo virtuoso!


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


ASLAN, Nicola. Grande dicionário enciclopédico de maçonaria e simbologia.

Londrina: A Trolha, 1996. v.1-4.

BÍBLIA, Sagrada. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Rio de Janeiro: Delta, 1980.

CORTELA, Mário Sérgio. Cautela com laborlatria...FOLHA DE SÃO PAULO. Equilíbrio. 01/05/2023. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq0105200317.htm. Acesso em 16 dez 2025.

DE MASI, Domenico. Entrevista a Maria Serena Palieri. O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000. 326p.

FIGUEIREDO, J. G. Dicionário de maçonaria: seus mistérios, ritos, filosofia, história. São Paulo: Ed. Pensamento, 1991. 550 p.

HAWLEY, Jack. O redespertar espiritual no trabalho: o poder do gerenciamento dharmico. Rio de Janeiro: Record, 1993.

MANDINO, Og. O maior vendedor do mundo. 60ª ed. Rio de Janeiro: 2006.

MELLOR, A. Dicionário da franco-maçonaria e dos franco-maçons. São Paulo: Martins Fontes, 1989. 353 p.

OECH, Roger Von. Um “toc” na cuca. Técnicas para quem quer ter mais criatividade na vida. São Paulo: Livraria Cultura Editora, 1988. 153p.

PUCHI, J. ABC do Aprendiz. Tubarão: Editora Dehon, 1993. 174p.

SANTOS NETO, Laudelino. O trabalho no novo pramantha. Tubarão: Ed. Unisul, 1999, 11p. Trabalho apresentado na 51º Convenção da Sociedade Brasileira de Eubiose, São Lourenço, 1999.


Nota de rodapé

[1] M.'.I.'. da ARBLS Acácia do Sul, 33, Grau 33 do REAA do Supremo Conselho de Santa Catarina, Companheiro do Arco Real do Capítulo Vigilante da Sabedoria, 3 do Or.'. de Tubarão e Membro Correspondente da ABLS Lux in Tenebris, 47 – GLOMARON, membro efetivo da Academia Maçônica Virtual Brasileira de Letras – AMVBL, Cadeira Nº 52, membro Correspondente da ARL de Estudos e Pesquisas Dom Bosco, Nº 33 Or.'. de Brasília.

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