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TIRADENTES, VOLTAIRE ... QUEM MAIS?

15 de set.
11 min de leitura

 

            Ivan A. Pinheiro[1]


TIRADENTES, VOLTAIRE ... QUEM MAIS?


TIRADENTES, VOLTAIRE ... QUEM MAIS?
Imagem ilustrativa gerada por IA

Recentemente, em 07 p.p., a Academia Maçônica Virtual Brasileira de Letras (AMVBL), como já é habitual nas datas comemorativas nacionais, durante a sua Assembleia, evento virtual e público, brindou a todos com 3 (três) apresentações organizadas a partir da seguinte Ordem do Dia: “Tiradentes ... Maçom ou não?”. Os que não tiveram a oportunidade de participar podem, agora, acessar a gravação disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=gtwxawbb3H8.


Todos com vasto currículo, 3 (três) Irmãos estudiosos e pesquisadores compartilharam os achados de pesquisa: Márcio dos S. Gomes, Celso J. Mello e Fuad Haddad. Poucos nomes, como o de Tiradentes, poderiam rivalizar enquanto personagem escolhido para homenagear na data, pois, além de ser reconhecido como o Mártir da Independência, empresta seu nome a várias Lojas Maçônicas; é, seguramente, um dos heróis nacionais.

 

Tendo por base praticamente as mesmas fontes (obras e autores) e elaborando argumentos semelhantes, enriquecidos com elementos próprios e complementares, a conclusão foi unânime: até o momento não há registros oficiais e tornados públicos que autorizem reconhecer que Tiradentes tenha sido Iniciado na Maçonaria, nem mesmo mediante a modalidade “comunicação”. Os que acompanham o tema não poderão reconhecer, nas conclusões, uma novidade, afinal, entre outros, a exemplo de J. Castellani[2] e Kurt Prober[3], também citados pelos palestrantes, Moraes (2014) e Ismail (2017) já haviam chegado à conclusão análoga.

 

Respondida de forma conclusiva a Ordem do Dia, isto é, que Tiradentes não foi maçom, e tendo ela sido corroborada por mais 2 (dois) pesquisadores, é possível afirmar que “o problema de pesquisa” foi resolvido, a questão respondida. Todavia, como sói acontecer na seara do estudo e da pesquisa, a solução de um problema vem acompanhada de novos questionamentos, até então insuspeitos porque encobertos pelas névoas das dúvidas que envolviam o primeiro. No caso em apreço, que reflexões a solução do problema preliminar permite, agora, trazer ao lume? Antes de apresentá-las, as vigorosas palavras de J. Castellani citadas por Moraes (op. cit., p. 92-3):

Muito já se falou e muito já se escreveu sobre a participação maçônica na independência do Brasil. De confiável, todavia, muito pouco. Como geralmente acontece, quando autores maçons tratam da História, entra em jogo o ufanismo, a parcialidade, a tendência, que os leva a exagerar os feitos maçônicos e as virtudes dos maçons envolvidos, ocultando ou escamoteando os defeitos e dourando a pílula, quando o seu aspecto não é muito recomendável. Isso acabou criando uma História distorcida, inventada e maquinada, que viria a influenciar algumas gerações de maçons, que passaram a repetir balelas, as quais, com tanta repetição, quase chegaram a ter foros de verdade [...] fazendo com que a historiografia maçônica nacional chegasse a ser motivo de descrédito, de desconsideração e até de chacota [...];

 

E foi contundente ao tratar especificamente de Tiradentes:

Existem, todavia, autores, que, aproveitando um período nebuloso e de grande carência de registros históricos, falam da existência de Lojas, principalmente na Bahia, nos meados do século XVIII, o que, por falta de qualquer prova documental, é uma afirmação tão temerária quanto aquela dos que apontam os conjurados mineiros, principalmente Tiradentes, como Maçons, sem que haja qualquer apoio histórico documental para tal afirmação.

 

Frente a esse quadro geral, que infelizmente deve ser reconhecido como atual — basta ver a enorme quantidade de publicações sem quaisquer referências às fontes consultadas ou, o que talvez seja pior: a profusão de fontes que não guardam qualquer relação com o objeto de estudo, o que denota “segundas e maliciosas intenções” (Pinheiro, 2025) —, muitas questões e reflexões podem ser levantadas, sendo, pois, este o objetivo geral deste brevíssimo ensaio e que se segue.

 

As preliminares a este texto, insinuadas no título, podem ser encontradas em Pinheiro e Rocha (2023), onde os autores debatem a Iniciação e Voltaire[4], um dos próceres do Iluminismo, defensor intransigente da tolerância como princípio (Voltaire, 2008). O que ora está em questão não é a trajetória e os méritos de Voltaire, e tampouco os de Tiradentes, mas, ao contrário, por conta destes, o ímpeto da Maçonaria, ou, talvez alguns dirão, de alguns maçons, de tê-los apropriado, ora por metonímia, ora por sinédoque, para associações simbólicas. Assim, conforme ressaltado por J. Castellani, tudo o que de bom, de positivo, de enaltecedor, etc., a História tenha consagrado ao símbolo, a exemplo da luta pela liberdade, pela cidadania, da tolerância como princípio, etc., pela via do imaginário, por apropriação, torna-se associado aos maçons. O trecho a seguir, extraído de uma publicação maçônica nacional, não deixa margem à dúvida:

No final de sua vida, em 1778, Voltaire estava no auge de sua glória. A loja do Grande Oriente da França, "As Nove Irmãs", tendo aprendido, com grande surpresa, que Voltaire não era maçom, o contatou para desferir um golpe em favor de seu próprio prestígio ao iniciá-lo: esta iniciação teve grande impacto, tornando-se, para alguns, o símbolo da união do Iluminismo com a Maçonaria. A iniciação precederá sua morte por alguns meses (O Malhete, 2023, p. 7).

 

E é curioso observar que, mesmo em um texto tão pequeno, o ufanismo leva o autor a cometer um erro: a Iniciação de Voltaire não precedeu a sua morte por alguns meses, mas por apenas 53 dias; aquela se deu em 07.04.1778 e esta, em 30.05.1778 (Crespo, 2021).

 

Já é sabido (mas é um estudo psicológico à espera de ser realizado no universo da Maçonaria) que algumas pessoas necessitam da imagem de um herói (ou de um líder, por vezes de um santo, uma referência — moral, intelectual, etc. — ou até mesmo “um salvador da pátria”) como impulso motivador para as suas iniciativas. Por outro lado, há os que conseguem resultados a partir de influências exercidas sobre o imaginário (inconsciente ou subconsciente) daqueles, logrando, por exemplo, o aumento da satisfação com a autoimagem, sobretudo quando esta também é valorizada por terceiros. Isso ocorre em todos os níveis e ambientes, nos relacionamentos pessoais, familiares e nas hierarquias institucionais. Operamos, em todas as relações e diuturnamente, com o imaginário, o subjetivo, o intangível e o emocional muito mais do que com o racional.

 

No caso acima, a intenção é evidente: quer explícita quer implicitamente (por sugestão subliminar), admitam-se ou não, os símbolos são modelos a serem seguidos e, no limite, para alguns, integrar os Quadros da Ordem é estar ao lado dos heróis, ou melhor, não apenas ser analogado a um herói, mas sentir-se (talvez inconscientemente) mais um membro do panteão.

 

A estratégia, deliberada ou não, não é isenta de riscos, pois tanto na biografia de Tiradentes quanto na de Voltaire podem ser encontrados elementos que muitos não desejariam ver associados, inclusive porque são contrários à fraternidade maçônica — vide Moraes (op. cit.) e Pinheiro e Rocha (op. cit.). E a Maçonaria, não se pode perder de vista, é um universo de Ritos, alguns, sob determinados aspectos, francamente colidentes; assim, enquanto Voltaire é celebrado entre os praticantes do Rito Moderno (Aguiar Filho, 2020), dificilmente será encontrado, e muito menos celebrado entre os adeptos do Rito Escocês Retificado, um Rito declaradamente cristão.

 

Os homens, desde há muito, e depois as instituições, têm criado símbolos para as mais diversas finalidades: eles encerram e representam valores, conferem tanto a identidade pessoal quanto a coletiva, comunicam propósitos, criam e mantêm a unidade, a coesão através da cultura que vincula e se estende do pequeno ao grande grupo que, por vezes, se confunde com o próprio Estado-Nação, entre outros aspectos, pois o simbolismo, per se, é polissêmico. O simbólico é um dos elementos estruturantes da natureza humana; um dos traços atávicos, inclusive para representar o que os signos que organizam as linguagens se revelam insuficientes para exprimir, daí a sua universalidade, muitas vezes utilizado para aludir ao desconhecido, quando então, não raro, é apontado como a representação do mistério. Não cabe, pois, criticar o recurso aos símbolos, ora considerado natural e, na Maçonaria Especulativa, fulcral.

 

O problema surge no que pode ser situado no processo de escolha: quem escolhe, por quê, quando, como, mediante quais critérios são escolhidos os símbolos, etc., tudo com a mais absoluta transparência. É natural e esperado que, em uma biografia, os prós superem os contras e que, ao final, pelo conjunto dos feitos, alguém seja merecidamente escolhido para ser visto como referência e, periodicamente, mais do que lembrado, homenageado. O que não parece justo e perfeito é que a escolha seja voluntarista, “a toque de caixa”, movida por interesses circunstanciais e, muito menos, às sombras. Nessa linha, o processo de canonização, utilizado pelo Vaticano, por analogia no que couber, pode orientar um processo específico e exclusivo à Maçonaria, com maior ou menor complexidade, eventualmente ad hoc a depender do caso; e não me refiro apenas aos heróis nacionais, mas também aos regionais que emprestam o nome às Lojas, bem como aos patronos e às eventuais homenagens prestadas, notadamente aos maçons-políticos-partidários. Nesse caso, se não por outros motivos, porque os maçons, de regra, estiveram perfilados dos 2 (dois) lados da História, vide, por exemplo, no Brasil, a questão da Abolição da Escravatura e a Revolução Farroupilha — nesta, de um lado, o do Império, estava o Duque de Caxias e, do outro, o dos revoltosos, estava o General Bento Gonçalves. Ademais, como a História também ensina, “o mundo gira”, isto é, o herói de hoje poderá ser o vilão de amanhã, e vice-versa; circunstâncias também encontradas no Brasil, inclusive no passado recente, quiçá hoje. A ver.

 

Outro ponto a ser (novamente) chamado a atenção diz respeito às associações que, queira-se ou não, são estabelecidas, sobretudo nos corações e mentes entusiasmados dos neófitos, afinal, a Maçonaria se propõe a formar e transformar; no caso de Voltaire não é possível dizer que a Ordem teve qualquer influência nas contribuições que deixou, quando muito que, no que tange a alguns ideais Iluministas, o seu legado goza da admiração de parte dos Quadros da Fraternidade. O efeito-associação, que subsiste em razão dos aspectos positivos reiteradamente ressaltados, tende a ser tanto maior quanto mais distante a data referencial — a da primeira homenagem — e menor o nível de estudo, instrução e orientação que a Ordem em geral, e as Lojas em particular, oferecem aos seus Quadros.   

 

Os ônus e bônus pela escolha de Voltaire podem ser atribuídos à gestão à época à frente da Loja “As Nove Irmãs”. E ao “caso Tiradentes”, quem responde?

 

O material disponibilizado pelo Irmão Fuad Haddad situa “a lenda” na esteira do ideal da “Construção republicana: no fim do séc. XIX, a Maçonaria Brasileira ajudou a difundir a imagem de Tiradentes como Patrono da República e da luta contra a tirania”[5]. A consulta às fontes utilizadas pelos palestrantes, por Ismail (op. cit.) e Moraes (op. cit.), complementada com informações obtidas pela Gemini[6], permite circunscrever a delimitação da autoria responsável, o que aponta, preliminarmente, para 3 (três) autores maçônicos:

  • Joaquim Felício dos Santos (1828-1895). Professor, jurista, jornalista, historiador e político brasileiro. Em 1890 foi eleito o primeiro presidente do Senado Federal durante a República. Obra de referência: “Memórias do Distrito Diamantino da Comarca de Serro Frio”, publicada em 1868;

  • Acir Tenório d`Albuquerque (1899-1973). Professor, filólogo, ensaísta e historiador político-social. Obra de referência: “Libertadores da América”, publicada em 1959; e,

  • Marcelo C. Linhares (1924-2007). Advogado, bancário e político (Deputado Federal pelo Ceará, 1971-1987). Obra de referência: “A Maçonaria e a Questão Religiosa do Segundo Império”, publicada em 1988.

 

A anterioridade, bem como o vulto já adquirido pela “lenda”, o que não teria ocorrido se não tivesse transcorrido um tempo razoável, sugere que a maior responsabilidade cabe aos 2 (dois) primeiros. Tiradentes, o protomártir da Independência, era o candidato ideal, mas não necessariamente exclusivo, talvez nem o melhor, que faltava ao panteão onde já ombreavam os heróis da Independência propriamente dita, da Libertação dos Escravos e da Proclamação da República, entre outros, a exemplo de Luís A. de Lima e Silva — o Duque de Caxias[7] —, vulgo “O Pacificador da Pátria”. Moraes, no que tange a Tenório d´Albuquerque, escreve:

Em 1955, Tenório d’Albuquerque, baseado na afirmação de Canêco Amassado, começou a escrever seguidamente sobre Tiradentes-Maçom, passando a surgirem daí inúmeras Lojas Tiradentes, com a adoção do mártir da Inconfidência Mineira, como mártir maçom-brasileiro. Para se comprovar tal afirmativa, basta levantar em cada Oriente a data de fundação das Lojas Tiradentes. Para Kurt Prober (1984), Tenório d’Albuquerque criou o que chamou de “Herói Maçom”, denominando de “fábula Tiradentes-Maçom” tudo que se refere a sua vida maçônica (Moraes, op. cit., p. 94).

 

Conforme visto, a criação de um símbolo, em razão das repercussões pós-criação, não pode ser um empreendimento solo, resultado de um impulso, livre de estudos e debates; é matéria que, desde a origem, requer que as dimensões técnicas, metodológicas e históricas, entre outras, sejam devidamente observadas, assim como, em visão prospectiva, que os impactos multidimensionais também sejam avaliados. De outro lado, é mister reconhecer que, assim como hoje, um boato não se espalha se não houver interessados, câmaras de eco e de reverberação, o que certamente aponta para outras responsabilidades além das já citadas.  

 

Por fim, resta uma dúvida inescapável: há, na Maçonaria, outros casos análogos aos de Voltaire e Tiradentes? Em razão dos efeitos deletérios, a “construção” dos seus heróis, a exemplo dos casos ora apreciados, ajuda ou atrapalha mais a Ordem? O primeiro desses efeitos pode ser o desapontamento (pouco caso com o método, decisões voluntaristas, comportamento free rider, oportunismos, etc.), talvez seguido pela desconfiança e pelo desestímulo; ao fim e ao cabo, uma sensação de que parece prevalecer o que pode ser lido desde o primeiro verso em Eclesiastes: “Vaidade das vaidades — diz Coélet —; vaidade das vaidades, tudo é vaidade!” (Peregrino, 2006, p. 1489), fugaz.

 

Nesse cenário, iniciativas como a da AMVBL são mais do que necessárias, daí o mérito ora reconhecido pela promoção do evento de 07.09.2026; todavia, em perspectiva sistêmica e orgânica, são insuficientes. Qual o papel e a responsabilidade das Potências, das Lojas, enfim, dos demais agentes do ecossistema maçônico? Conforme reiteradas vezes Pinheiro (op. cit.) chama a atenção, o estudo e a pesquisa maçônica, quer lastreada em dados secundários, mas sobretudo em primários, necessitam de estímulo e apoio; assim, por exemplo, anualmente as Potências poderiam abrir editais para a escolha e o patrocínio de Projetos de Estudos e Pesquisas, eventualmente complementados com Bolsas de Pesquisa, no que poderiam contar com o apoio do mercado editorial, assim como com a parceria das Universidades e/ou outros centros de investigação. Um “Projeto Piloto”, seguido de estrito acompanhamento, de avaliação tempestiva para eventuais correções e futuras melhorias, poderia ser o primeiro passo. A Maçonaria se caracteriza pela capilaridade e pela enorme rede de relacionamentos que também poderiam ser chamados a colaborar: os Irmãos residentes na cidade X, polo de sítios e bibliotecas relevantes para a pesquisa, inclusive (ou principalmente) em outros estados e países, poderiam acolher e apoiar o pesquisador em todas as suas necessidades (alimentação, deslocamentos, etc.). Para as Lojas de Estudo e Pesquisa que ainda têm espaço nas agendas, sempre sobrecarregadas, eis uma sugestão de tema e de problemas para pesquisar.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AGUIAR FILHO, Wilson. Voltaire: a luta contra a intolerância e o fanatismo. In: PATUTO, Gustavo V. (Org.). Os Grandes Pensadores da Humanidade e o Rito Moderno. Curitiba: Independently Published, 2020. Tomo I, Cap. 9, p. 214-32. ISBN 9781673676457.

CRESPO, Antonio A. F. Maçons da História – Voltaire. In: Freemason. 03 jun. 2021. Disponível em: https://www.freemason.pt/macons-da-historia-voltaire/. Acesso em: 13 set. 2026.

ISMAIL, Kennyo. História da Maçonaria Brasileira para Adultos. Londrina, PR: A Trolha, 2017. ISBN 978-85-7252-366-0.

O MALHETE. Tolerância e Escuridão – Voltaire e a era do Iluminismo. O Malhete - informativo maçônico, político e cultural, Linhares-ES, a. XV, n. 167, p. 6-10, mar., 2023. 

MORAES, Marco Antônio de. Tiradentes, maçom iniciado? Brasília-DF, Revista Ciência & Maçonaria, Brasília-DF, v. 2, n. 2, p. 89-95, jul.-dez., 2014.

PEREGRINO, Bíblia do. 2ª Ed. Coord. Técnico: Luís A. Schökel. São Paulo: Paulus, 2006. ISBN 85-349-2005-2.

PINHEIRO, Ivan A. Sobre as Lojas (Maçônicas) de Estudos e Pesquisas. Brasília-DF: Ed. do Autor, com o patrocínio da Academia Maçônica Virtual Brasileira de Letras, 2025. ISBN 978-65-01-66713-3. E-book disponível em: https://www.amvbl.com/. Acesso em: 13 set. 2026.

PINHEIRO, Ivan A.; ROCHA, Rogério H. C. Considerações sobre a Iniciação Maçônica de Voltaire. In: FaceTubes. 10 mar. 2023. Disponível em: https://www.facetubes.com.br/noticia/3600/ivan-a-pinheiro-a-rogerio-rocha-qsobre-a-iniciacao-maconica-de-voltaireq. Acesso em: 12 set. 2026.

VOLTAIRE (François Marie Arouet). Tratado sobre a Tolerância: por ocasião da morte de Jean Calas (1763). Porto Alegre: L&PM, 2008. ISBN 978-85-254-1801-2.


Notas de Rodapé

[1] MM, Pesquisador Independente, e-mail: ivan.pinheiro@ufrgs.br. Porto Alegre-RS, 14.09.26. O autor não só agradece a leitura e as considerações do Irmão Lucas V. Dutra, Mestre Maçom do Quadro da ARLS Presidente Roosevelt, 75, Or. de São João da Boa Vista, jurisdicionada à GLESP - psicólogo, professor doutor em psicologia, especializado em maçonologia (UNINTER), e-mail: dutralucas@aol.com, como também reafirma a responsabilidade pelos erros e omissões remanescentes.     

[2] 1937 – 2004.

[3] 1909 – 2008.

[4] 1694 – 1778.

[5] Vide o vídeo referido no início deste texto.

[6] Inteligência Artificial, versão gratuita disponibilizada pelo Google: Gemini 3 Flash.

[7] 1803 – 1880.

1 comentário


Membro desconhecido
09 de out.

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